Os 101 lugares mais lindos do mundo pra você conhecer através do MMN

Muitas das viagens aqui relacionadas, você fará pela empresa que trabalha. Mas muitos destinos você poderá fazer por conta própria. Então conheça os lugares mais fascinantes do mundo, sugeridos pela Sucesso e pela revista Viagem e Turismo:
1. PantanalBrasil
Sobrevoei o Pantanal pela primeira vez em 1992, e o fumacê das queimadas mudava os tons do entardecer. Vi paisagens, grafismos e cores mais vibrantes à medida que o sol buscava o horizonte. Deixei a região acreditando ter visto o lugar mais bonito do mundo. Vinte anos depois, ainda tenho a mesma convicção. Depois de meia centena de viagens à região, digo que é de lá a melhor luz que um fotógrafo pode desejar; fora isso, entrei em contato com a cultura do homem pantaneiro, a fauna, os rios que invadem as terras na estação das chuvas e dão àquele lugar características tão próprias. Ao contrário das savanas africanas, não é fácil ver os animais do Pantanal, embora ali seja um dos ecossistemas mais ricos do mundo, com cerca de 1 100 espécies. O céu na época da seca está sempre coalhado de aves muito diferentes, mas os mamíferos raramente se deixam ver. Por mais que você palmilhe o Pantanal, que você cruze boa parte do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, há sempre algo mais para ver, há sempre uma razão para voltar. Na estação da cheia (outubro a março), a água renova o visual e tudo fica verdinho. O Pantanal tem três tipos de hospedagem: as voltadas para ecoturistas, as próprias para os pescadores e os hotéis do centro. Uma referência é o Hotel SESC Porto Cercado, com estrutura voltada para o turismo ecológico e sustentável. Os hóspedes podem praticar arvorismo, fazer trilhas e observar animais.
2. Nova YorkEstados Unidos
O hype está no High Line ou no Brooklyn, mas suba ao topo do Hotel Gansevoort (9th Street) e veja o skyline de tantos filmes à sua frente. Para ver outro skyline incrível – de frente para o Empire State Building – e provar coquetéis, vá ao 230 Fifith, um rooftop lindíssimo com vista para Midtown. Como não há placas, pouca gente sabe que ele existe.
3. Alasca – Estados Unidos
A Glacial Bay dá ideia de como foi a era glacial, e Juneau tem minas da corrida do ouro. Quem quiser fazer um cruzeiro nas geleiras pode visitar o Kenai Fjords National Park, com muita chance de ver de perto baleias, glaciares, fiordes e labirintos de canais ladeados por muito gelo. Até as focas costumam dar as caras durante o passeio.
4. Grand CanyonEstados Unidos
Precipícios a 2 mil metros, 5 milhões de pessoas por ano. Vá de mula, de barco, de helicóptero desde Las Vegas. O que pouca gente sabe é que o Grand Canyon é uma das sete maravilhas do mundo.

5. UyuniBolívia
O deserto de sal rodeado de vulcões a quase 4 mil metros de altitude é inóspito e belo. A quebrar a imensidão branca, só os cactos gigantes. A maneira mais comum de ir ao salar é fazer o passeio conjugado com o Deserto do Atacama, no Chile. O pacote dura em média quatro dias e inclui vistas além do deserto de sal: lagoas multicoloridas, vulcões e talvez o céu mais estrelado do mundo. O ponto de partida é Uyuni, vilarejo de onde saem os jipes (também é possível fazer a viagem contrária, partindo do Chile).

6. El ChalténArgentina
Nos confins da Patagônia, rivaliza com o vizinho Calafate pela atenção dos turistas. Seu trunfo é o lindo Cerro Fitz Roy. Depois de observar a paisagem direto dos picos nevados de El Chaltén, com direito a avistar o Cerro Fitz Roy, você pode curtir a cidade que é conhecida como a capital argentina do trekking. Em El Chaltén, o Hotel Destino Sur tem 40 quartos com vista para a montanha e o Hotel Los Cerros tem spa com hidromassagem e sauna, também em meio aos picos nevados.
7. Terra RoncaBrasil
As maiores cavernas do país impressionam pela beleza das formações de calcário, pelas dimensões de suas entradas, pelos raios de luz que incidem em claraboias e pelos rios de água potável que as atravessam. Pouco fiscalizado, o Parque Estadual Terra Ronca segue preservado graças à localização remota, em São Domingos, na divisa de Goiás com a Bahia. Calcula- se que tenha 95 cavernas, quatro abertas ao turismo. A maior delas, Angélica, tem 14 quilômetros de galerias. Ela, Terra Ronca, e São Vicente revelam suas belezas só a quem se dispõe a molhar o tênis e caminhar seguindo o curso de seus rios interiores. A Pousada São Mateus é praticamente a segunda sede do Parque Estadual Terra Ronca – e funciona como parada quase obrigatória para quem deseja visitar as cavernas. Na sede do parque é possível contratar guias.
8. Fernando de NoronhaBrasil
Entre 1737 e 1942, Fernando de Noronha era sinônimo de inferno. A natureza não era muito diferente do que se vê hoje em dia, mas a ocupação era apenas de criminosos, presos políticos e desterrados em geral. Só nos anos 1970 é que seu relevo, a cor de suas águas, as praias recortadas e a diversidade de vida marinha ganharam fama, atraindo visitantes do mundo inteiro. Das únicas cinco praias cinco-estrelas do Brasil segundo o GUIA BRASIL 2012, duas estão em Noronha. A do Sancho, uma delas, é também a melhor praia do país no Prêmio VT. (VC) Para conhecer algumas das mais belas praias do Brasil há um rígido controle de preservação – por dia, 450 pessoas podem desembarcar na ilha. Antes de embarcar, pague a taxa ambiental obrigatória pela internet. Assim, você se livra de uma fila considerável ao chegar ao aeroporto.
9. Rio TapajósBrasil
Com a chegada da seca, em agosto, surgem pontais de areia de curvas sensuais a adornar esse rio de 850 quilômetros de extensão, um dos mais belos afluentes do Amazonas. Livre de mosquitos, piranhas ou jacarés, convida ao banho e deixa claro que cada rio é um universo próprio na região. Sua beleza é saturada no distrito de Alter do Chão, em Santarém (PA), quando, no fim do ano, revela 19 praias de areia branca. Nade sem receio, experimente a piracaia (peixe na grelha pescado na hora) e contemple o céu estrelado, longe de qualquer sinal de civilização. (CV) Alter do Chão ganhou reconhecimento internacional em 2009, quando o jornal inglês The Guardian a colocou entre as dez mais belas praias do Brasil. O melhor período para visitar a cidade é entre agosto e fevereiro, quando chove menos e lindas praias surgem no meio do rio. No período da vazante o hotel Beloalter ganha um trecho de praia quase exclusivo para aos hóspedes.
10. Huaraz – Peru
Huaraz – A 400 quilômetros de Lima, a porção mais alta dos Andes peruanos tem belezas ao alcance de todos. Quem faz os circuitos de trekking vê de perto o relevo dramático dos vales nevados que se erguem rumo aos ilustres picos Alpamayo e Huscarán (este o mais alto do Peru, com 6 768 metros) e outros. Um ônibus leva a um dos lugares mais belos da região, a base do nevado Pastoruri, a 5 200 metros, onde uma caverna de gelo diminui a cada ano com o aquecimento global. Para ir ao Maciço de Huayhuash é preciso bem mais disposição: são dez dias de pernada. (CV) Huaraz tem fama de ser a melhor área de alpinismo de toda a América do Sul. Da capital são seis horas de ônibus até Huaraz, ponto de partida para os trekkings: às ruínas incas em Willcawain, ao sítio arqueológico de Chavin e a três lagos do Parque Nacional Huascaran.
11. San Blás – Panamá
Se as Maldivas ou o Taiti parecerem longe demais – dos pontos de vista financeiro e geográfico –, vale olhar com atenção a foto ao lado. O Arquipélago de San Blás, no Caribe panamenho, a três horas de carro da Cidade do Panamá, tem 360 ilhotas de areia branquinha forradas de coqueiros. Mas o lugar vai além do apelo polinésio. Aqui o viajante pode conhecer a cultura dos índios kuna, de origem caribenha, que governam o primeiro território indígena autônomo da América Latina. É preciso um pouco de boa vontade com a hospedagem, já que as pousadas são espartanas. (VC) O hotel Cabañas Kuanidup tem bangalôs rústicos, mas confortáveis, construídos sobre palafitas, de frente para o mar, na Ilha de Kuanidup. A ilha pode ser visitada o ano todo, mas é bom ficar atento aos meses de agosto e setembro, os mais propensos a furacões na região do Caribe.
12. Deserto do AtacamaChile
O deserto mais inóspito do mundo, com taxas de umidade dignas dos invernos paulistanos, é também um dos mais cênicos. E muito provavelmente o mais colorido. Verde por causa dos arbustos rasteiros; azul graças a seu céu implacável; e branco, cortesia dos nevados de seus picos – quase sempre cumes de vulcões inativos dos Andes, a cordilheira que bordeja o Atacama. Para completar, há ainda os salares que abrem enormes áreas brancas e, claro, os flamingos a dar o toque final, colorindo o céu de rosa-escarlate. (VC) O vilarejo de San Pedro de Atacama, a 1.300 quilômetros ao norte de Santiago, é a base para os passeios no deserto mais seco do mundo. Na cidade também há o interessante Museo Arqueológico.
13. Lençóis MaranhensesBrasil
Quilômetros de dunas entrecortadas por lagoas verde-esmeralda que estão cheias depois das chuvas do começo do ano. Se muitos viajantes ficam na periferia do Parque Nacional em bate e voltas desde Barreirinhas, a proposta é avançar. Em quatro dias de caminhada, outras lagoas e o cotidiano de quem mora naquele lugar improvável se descortinam, e aí dá para entender a razão de tudo aquilo ser chamado de deserto. As caminhadas são feitas com sol baixo, quando diferentes tons de amarelo, vermelho e rosa pintam areias e dunas. (VC) Pequenos aviões fretados saem de São Luis rumo a Barreirinhas. Para se hospedar em Barreirinhas, o Porto Preguiças Resort tem piscina natural, praia de água doce e caiaques para passeio.
14. Arches National Park -EUA
O deserto no Utah é cheio de arcos e outras formações rochosas, o que o torna um dos favoritos dos fotógrafos. Um dos parques mais bonitos do sudoeste dos Estados Unidos é famoso por preservar mais de 2000 arcos de arenito naturais. Muitos são facilmente encontrados por estradas pavimentadas e trilhas relativamente curtas. Dá para se hospedar perto, nas montanhas de Utah, em Park City, no Sundance Resort que é de propriedade do ator e diretor Robert Redford.
15. VancouverCanadá
Muito arborizada e cheia de parques, é uma metrópole mais do que cênica entre o mar e as Montanhas Rochosas. Eleita a melhor cidade do mundo para se viver, segundo a revista The Economist em 2011, dá para curtir a cidade com um pé na natureza e o outro nas delícias da vida urbana. A melhor época para visitá-la é entre abril e outubro.
16. YucatánMéxico
Cancún, Tulum, Chichén Itzá, Mérida e os cenotes, as cavernas alagadas da linda península mexicana, combinação de natureza prodigiosa e fausto maia. Cancún continua sendo o arquipélago preferido: com lindas praias e dos resorts, a cidade também é excelente para as compras, com pelo menos cinco shoppings na zona hoteleira. O La Isla Shopping tem ruas ao ar livre à beira da laguna e o ForumbytheSea reserva cinemas modernos, um Hard Rock Café e a megaloja de discos CocoBongo.
17. Big Island -HavaíEstados Unidos
A menos americanizada das ilhas do Havaí tem ondas gigantes, praias paradisíacas, vulcões ativos, dançarinas de hula e florestas tropicais. Para quem gosta de belezas naturais e um toque de emoção, Big Island tem, além das praias de sonho, um vulcão ativo, o Kilauea (foto), que despeja lama no mar.
18. YosemiteEstados Unidos
Um vale rochoso monumental protegido pelo terceiro mais antigo parque nacional americano, lar de ursos, águias e escaladores. O Parque Nacional Yosemite ocupa uma área que equivale a mil vezes o tamanho do Central Park e sua cadeia de montanhas é a meca dos escaladores. Apesar de representar apenas 5% da área do parque, dedique seu tempo ao Yosemite Valley. Deixe o carro de lado e embarque em um tour pelo Valley Floor, que é feito em jardineiras abertas. O passeio dura duas horas e você avista pontos muito famosos, como os maciços graníticos Half Dome e El Capitan, as cachoeiras Yosemite e Bridalveil. Aproveite também para fazer uma refeição no luxuoso Ahwahnee Hotel, construído com pedra e madeira.
19. Antelope Canyon – Estados Unidos
Na terra dos índios navajos, em Page, no norte do Arizona, bem perto do Grand Canyon, esse estreito cânion esculpido pelo tempo revela cores e formas distintas a cada visitante que o adentra. E essas cores e formas se alteram ao longo do dia. Ter-se tornado uma locação requisitadíssima de ensaios fotográficos foi um pulo. Os navajos sabem valorizar a atração e cobram um preço de ingresso diferente para cada tipo de visitante (fotógrafos profissionais pagam mais). Mas são acolhedores, principalmente com os estrangeiros. (CV) Apenas grupos fechados e com guias são autorizados a entrar no parque. Melhor fazer reserva com antecedência, principalmente no período de pico (de maio a setembro).
20. Palenque – México
Em meio à neblina da floresta úmida, o conjunto de ruínas de Chiapas mostra o engenho maia do século 7 – as construções ergueram-se no meio do mato, sem ajuda de ferramentas de metal, de animais de tração e muito menos da roda. A cidade de Palenque está a 191 quilômetros de San Cristóbal de Las Casas, no estado de Chiapas. A visita obrigatória se faz no Parque Nacional Palenque. A entrada dá direito a visitar o museu, que funciona de 10h às 17h e fecha às segundas-feiras.
21. Nunavut – Canadá
Ursos-polares, belugas e esquimós são os parceiros nas caminhadas sobre o gelo na zona mais ártica do país. Ocupando uma área um pouco maior que a da Amazônia, Nunavut (“nossa terra”, em Inuktitut, o idioma local), é uma profusão de geleiras e ilhas, ocupadas por 28 mil habitantes. A porta de entrada é a cidade de Iqaluit, mais próxima da Groenlândia. Agências locais organizam pacotes diferentes para cada estação – e nenhum turista encara o inverno. No verão, os dias são intermináveis, com quase 24 horas de luz, favorecendo cruzeiros e passeios de caiaque entre os icebergs.
22. São José dos AusentesBrasil
A região mais alta e fria do Rio Grande do Sul abriga cânions como o Monte Negro, a 1 400 metros. Dá para ver o mar de lá. Um trajeto em que o destino é o próprio caminho. Saindo de Porto Alegre rumo à cidade são 292 quilômetros pela BR-116 e pela RS-235. A rota não é curta. Mas a recompensa é a vista que se tem dos vales do Quilombo e do Rio Caí. Chegando a São José dos Ausentes programe-se para visitar o pico mais alto do estado: o Cânyon Monte Negro.
23. MaraúBrasil
Shangri-lá da Bahia, a península ao norte de Itacaré tem praias desertas, piscinas naturais e muito mangue. O acesso difícil talvez explique o motivo pelo qual Barra Grande, a vila mais conhecida da Península de Maraú, ainda preserva o clima sossegado. A melhor opção para chegar à vila é deixar o carro em Camamu e atravessar o Rio Acaraí em lanchas (30 minutos) ou barcos (1h30), que saem diariamente do porto. Quem prefere ir de carro deve partir de Itacaré, seguir por 15 quilômetros pela BA-001 e, depois, encarar mais 40 quilômetros de terra na BR-030, que costumam ficar intransitáveis com muita chuva.
24. Big Sur – Estados Unidos
Ao sul de Carmel, o mais lindo pedaço da costa californiana. Praias, lontras e uma estrada mítica na paisagem. Cenário mais convidativo impossível: de um lado está o Pacífico, do outro, a cadeia de montanhas Santa Lucia. A região abriga um dos melhores spas do mundo, o Post Ranch Inn. Sessões com um xamã prometem ativar a energias. Há tratamentos para a pele e relaxamento com cristais e técnicas tibetanas. Estrelas de Hollywood costumam aparecer por lá.
25. Machu PicchuPeru
O ápice do engenho arquitetônico e astronômico dos incas disponível a 2 500 espantados turistas por dia. Se o seu objetivo for fazer a trilha inca, é bom reservar com pelo menos dois meses de antecedência. E, em fevereiro, ela é fechada para manutenção. Machu Picchu é indicado para aventureiros ou quem gosta de cultura e história. Uma sugestão de hospedagem é em Cusco, no Hotel Rio Sagrado, da rede Orient Express, que tem o spa MayuHilka com tratamentos terapêuticos e massagens, jacuzzi, restaurante e bar aberto, que servem especiarias peruanas; além de estar em meio às montanhas.
26. Chapada DiamantinaBrasil
Cavernas, cachoeiras, montanhas e vales rochosos. O melhor: na Bahia. Considere ir ficando, ficando… O céu azul e temperaturas amenas tornam o ambiente perfeito para percorrer as trilhas durante o período da estiagem, até novembro.
27. HavanaCuba
O son está no ar. Assim como as loas ao regime, cujos heróis fizeram de Havana um parque temático dos anos 1950. Eis um roteiro para explorar Havana em dois dias: não deixe de bater pernas em Havana Vieja passando pelas ruas entre as quatro praças coloniais, onde há uma grande variedade de museus. O Museo de la Ciudad (Tacón, 1) é o destaque, enquanto o Museo de la Revolución (Calle Refugio, 1, entre Monserrate e Zulueta) e o Museo de Bellas Artes, com seus nomes autoexplicativos, em Centro Habana, são imperdíveis. À noite vá aos típicos bares cubanos, como o Bar dos Hermanos (San Pedro, 304), que funciona 24 horas e foi o preferido do poeta Federico García Lorca durante sua temporada cubana. O El Floridita (Obispo, 557) foi popularizado por Ernest Hemingway.
28. Foz do IguaçuBrasil
Conjunto monumental de 275 quedas acessíveis por barco ou, do lado argentino, por passarelas diabólicas. Um dos destinos mais procurados pelos estrangeiros no Brasil graças ao exuberante Parque Nacional do Iguaçu, suas exuberantes cataratas e ótima estrutura ao visitante. O mesmo nível de organização é encontrado do lado argentino no Parque Nacional Iguazú, na vizinha argentina Puerto Iguazú. A visita aos dois parques é indispensável.
29. Baja California – México
Penhascos e baías rochosas marcam a península de 1 280 quilômetros onde brilha, no extremo sul, Cabo San Lucas. Esqueça os resortes mexicanos pé na areia. Na Baja California, o rústico é confortável – e combina muito com o clima local. O Baja Camp na Ilha Espírito Santo, tem tendas de luxo cercadas por dunas e cactos, onde leões-marinhos são os moradores principais. A praia, deserta e isolada, é quase que exclusiva de quem se hospeda ali. À noite, lâmpadas iluminam a mesa de jantar com receitas fartas em frutos do mar.
30. Península Valdés- Argentina
Lar de pinguins, elefantes-marinhos, orcas e aves, a península patagônica é um santuário da vida selvagem. Destino ainda pouco conhecido pelos brasileiros que rumam ao território vizinho, a Península Valdés é um segredinho da Patagônia. A principal atração local é navegar e mergulhar ao lado de animais marinhos. A base turística é a cidade costeira de Puerto Madryn, a cinco quilômetros de um pequeno aeroporto. Ali chegam voos vindos do Aeroparque de Buenos Aires.
31. Ilha de PáscoaChile
No mais remoto Pacífico, cerca de 900 figuras de pedra. Um mistério a desvendar de bicicleta A ilha está isolada no Pacífico, a 4.200 quilômetros a leste do Taiti e 3.700 quilômetros a oeste da costa do Chile. Todos os voos fazem conexão em Santiago.
32. JericoacoaraBrasil
Isolada por dunas e com o pôr do sol mais famoso do Brasil, Jeri hoje está longe de ser um segredo. Quem liga? Chegar lá não é tarefa das mais fáceis, mas o esforço vale a viagem. Os 287 quilômetros de Fortaleza a Jijoca podem ser percorridos de ônibus. De Jijoca, caminhonetes fazem o trajeto até Jeri (40 minutos). Ao chegar lá, explore a Praia Jericoacoara – onde os kitesurfistas dão cor ao mar com suas pranchas e os bares são animados durante todo o ano.
33. Rochosas – Canadá
Protegidas por parques nacionais, as idílicas Montanhas Rochosas são ainda mais idílicas em Banff e Jasper. Anote esse nome: Parque Nacional de Banff, na província de Alberta. O parque mais antigo do Canadá tem 7 mil quilômetros quadrados e pode ser explorado por vários dias, com pausa apenas para pernoites em barracas. Uma regra que precisa ser obedecida à risca é nunca largar comida fora da tenda, para não atrair os ursos. Eles são espantados toda noite com uma fogueira, onde os turistas se aquecem com vinho e chocolate. Gostou? Pois saiba que ainda dá para explorar o parque a cavalo, com a Warner Guiding & Outfitting.
34. Torres del PaineChile
Três monolitos de granito de até 2 500 metros. Boa razão para o parque ser amado pelos trekkers do mundo. Na cidade mais próxima, Puerto Natales, a grande novidade do ano é o super confortável The Singular, hotel instalado em um antigo frigorífico de 1915 e que aproveita a nova estrada de acesso ao Parque Nacional Torres Del Paine (são 130 quilômetros até a portaria). Os quartos têm vista para as belezas cênicas da região – e as refeições, incluídas na diária, costumam ter cordeiro e caranguejo gigante.
35. GalápagosEquador
Praias desertas, vulcões ativos, cormorões. Pouco mudou desde a visita do viajante que revolucionou a ciência. Para preservar Galápagos, as normas são rígidas: não leve conchas, pedras ou penas para casa, não moleste os animais, não fume e não jogue lixo.
36. Ilha do Sol- Bolivia
Na mitologia inca, o sol teria nascido aqui, nas alturas do Lago Titicaca e na vizinhança de Copacabana – a deles. O Titicaca é o lago navegável mais alto do mundo. A boa por lá é entrar numa totora, barco a vela usado pelos incas para navegá-lo. Na Bolívia, em geral, as opções de hospedagem são bem modestas. Para ficar na Copacabana deles, o Utama, é um hotel simples, mas com bela vista para o lago, sauna e salão de jogos.
37. Monte RoraimaBrasil
Uma das formações mais antigas e especiais da Terra, na fronteira com Venezuela e Guiana. Só é possível chegar ao Monte Roraima pela Venezuela. De Boa Vista, os viajantes seguem por terra, geralmente em vans, até a cidade venezuelana de Santa Elena de Uairén. Depois de trocar o veículo por um 4X4, a viagem segue até a aldeia de Paraitepuy, onde começa a caminhada.
38. Dalmácia – Croácia
O azul-turquesa do Adriático e as ilhas rochosas que o sublinham já bastariam para garantir à região croata da Dalmácia um lugar nesta lista. Mas há ainda o bucolismo das cidades medievais, não tão calmas em julho e agosto, quando gente de toda a Europa faz da região um badalado destino de verão. Ilhas como Mljet, Vis e a cidade murada de Korcula são alguns dos lugares mais exclusivos da área. Mas nem por isso caros. (CV) Para curtir o verão à moda europeia e ao estilo Saint-Tropez, a escolha certa é Hvar, uma ilha cheia de iates pomposos e agito noturno. O Carpe Diem (carpe-diem-hvar.com) é um barzinho com píer que também funciona como balada. Hvar tem água cristalina e um mirante de 628 metros. Não perca o passeio nos táxis-lancha que saem de Hvar até as ilhotas de Jerolim e Stipanska – são ilhas de nudistas, mas recebem gente vestida numa boa.
39. Alpes do RhoneFrança
Belos vilarejos na porção mais baixa dos Alpes, na região de Grenoble. Um grande festival de voolivre acontece lá.
40. Monte Saint-Michel França
Na costa da Normandia, a linda e famosa ilha do castelo solitário atrai mais de 2,5 milhões de visitantes por ano. Chegar lá é fácil. Uma vez em Paris, pegue um TGV por 2h30 até a cidade de Rennes. De lá saem os ônibus até Monte Saint-Michel, numa outra viagem de 1h30. Há quem vá e volte no mesmo dia, mas o aconselhável é pernoitar na pequena cidade. O entardecer na costa é mágico – e o Monte fica todo iluminado à noite. Há vários pequenos e confortáveis hotéis ali, como o Le Mouton Blanc, que fica ao pé de um mosteiro e com decoração medieval, com alguns quartos com vista para Saint-Michel. A melhor época para ir é de maio a outubro, quando o frio dá uma trégua.
41. Cesky KrumlovRepública Tcheca
Patrimônio Cultural da Unesco, a cidade de arquitetura barroca do século 13 parece ter saído de um conto de fadas. Se o plano é apreciar algo inusitado, há um marco da história da cerveja. A 27 quilômetros de Cesky Krumlov, pela estrada E39, na direção leste, fica Ceské Budejovice, onde desde o século 19 se produz a Budvar. A Taverna Budvar promove tours com degustação.
42. Edimburgo – Escócia
Dominada pelo castelo, a Atenas do Norte é terra de escritores, do grande festival de teatro e de noites regadas a uísque. Não deixe de visitar o exuberante Palácio de Holyroodhouse, residência oficial da rainha Elizabeth 2ª. Nos jardins do palácio estão as ruínas da abadia mais antiga da cidade, erguida em 1128. O curioso é o contraste das ruínas com o luxo da realeza.
43. LondresInglaterra
Capital do império em que o sol não se punha, recuperou o cetro como polo criativo mundial sem deixar de ser monárquica. Os turistas costumam lotar a porta do Palácio de Buckingham, sede da monarquia inglesa, às 11h30 da manhã – horário em que acontece o procedimento de troca da guarda real. De maio ao fim de junho, a atividade acontece todos os dias. Nos outros meses, em dias alternados. Para os fãs da boa comida, o The Ledbury foi eleito o 10º melhor restaurante do mundo segundo a revista Restaurant, a mesma que dá a Alex Atala o sétimo lugar. O maior sucesso é o escalope assado com alho-poró e purê de algas. Fica em Notting Hill, que deve lembrar um filme que você já viu.
44. Veneza Itália
“Existe um nome em algum idioma que faça sonhar mais do que esse?”, perguntou o escritor Guy de Maupassant se referindo a Veneza. Não é preciso ter passado pela cidade para intuir a resposta. Mas tem certeza dela quem esteve por lá. Veneza inspirou, com seus edifícios, canais e palácios, escritores, cineastas, músicos, fotógrafos, casais e amantes. As ruas estreitas e labirínticas encantam e prendem a alma dos visitantes. Impossível passar ileso pela Praça e Basílica de São Marcos, não se emocionar ao ver pela primeira vez a Ponte dos Suspiros ou ignorar a Ponte de Rialto. Como não querer voltar a visitar, ou ver pela primeira vez, os palácios Ca’d’Oro e Grassi? E, o mais óbvio desejo dos jovens casais, navegar de gôndola pelos canais da Sereníssima, é possível conter? Muitos outros escritores, mesmerizados pela beleza de Veneza, reflexo de sua importância comercial na Idade Média e no Renascimento, escreveram sobre ela. O americano Truman Capote deu-lhe tintas contemporâneas: “Veneza é como comer uma caixa inteira de bombons de uma só vez”.
45. Svalbard – Noruega
O lugar habitado mais próximo do Polo Norte, santuário de belugas, narvais, morsas e ursos-polares. Se a ideia é curtir o sol da meia-noite, rume para lá entre 19 de abril e 23 de agosto. Se o seu barato é a noite polar, quando o sol não aparece, mas é época de aurora boreal, vá entre 28 de outubro e 14 de fevereiro. Tem quem diga que fevereiro é o mês mais belo, pois é quando o sol começa a reaparecer aos poucos.
46. Rota Romântica – Alemanha
Castelos, cidades de brinquedo de armar, edificações romanas. A Alemanha lhe diz Willkommen! O trecho na região da Bavária, que tem 350 quilômetros e liga as cidades de Wuzburg a Füssen, inspira por seus vilarejos, seus vinhedos e suas colinas. Os melhores são os castelos de Neuschwanstein, que inspirou Walt Disney a criar o da Cinderela, e o Hohenschwangau.
47. Santorini Grécia
Pense: casas caiadas de branco, domos azuis, a beleza agressiva da cratera e o sol a afundar no mar. Na região de Fira, que tem mais infraestrutura e preços geralmente mais baixos, o Nikolas é uma autêntica taverna grega – aberta em 1962 – com ótimas opções da culinária típica, como o famoso peixe ao vinho, refeição ideal para curtir a praia depois.
48. PortofinoItália
A gema da Riviera Italiana, fotogênica de doer seja do mar, de suas escarpas, de suas casas terracota. Romântica e belíssima, a região da Ligúria apresenta um dos pontos mais glamorosos da terra da bota – não espere bons preços, menos ainda no hotel Splendido. Entre as principais atrações estão as belas igrejas de San Martino (Vico Nuovo, 42), do século 16, e a de San Giorgio (Piazza San Giorgio), que guarda relíquias do santo que é o padroeiro local.
49. Carcassonne – França
Com 3,5 milhões de visitantes por ano, guarda construções que remontam ao século 11 em sua área murada. São duas as principais construções da cidade. Construída no século 11, em estilo gótico, a igreja Basilique St-Nazaire (Place Augusto Pierre) abriga a Pedra do Cedro, que representa o bloqueio de Carcassonne pelos cruzados, em 1902, e conserva diversos vitrais coloridos. Do século 12, o Château Comtal (1, rueViollet Le Duc) é um majestoso castelo
ilhado por um fosso seco.
50. Kotor – Montenegro
Destino de velejadores, a vila escondida num fiorde tem paredões que chegam a mil metros. Uma das cidades medievais mais bem preservadas do Adriático, com ruas estreitíssimas de pedras e uma baía deslumbrante. Do alto dessa cidade murada é possível avistar todo o desenho da muralha medieval que contorna o vilarejo e os bosques. Não deixe o local sem passear pelo Museu Marítimo, que remonta a história de navegação pelos lados dos Bálcãs, além de ter velhas armas expostas.
51. Capri Itália
Ruínas romanas por trás de rochedos em uma ilha de apenas 6 quilômetros de comprimento e sua famosa Gruta Azul. Se estiver na ilha da baía de Nápoles, confira o inspirador Jardim de Augusto (Via Giacomo Matteotti), que fica no alto de um penhasco e tem uma vista incrível do mar. O melhor é sair de lá e descer a pé até a marina pela Via Krupp: você demora mais ou menos uma hora, mas vale a pena.
52. Roma Itália
Marque um encontro na Piazza Navona ou na Villa Borghese, perto da Coluna de Trajano, no Vaticano… A cidade eterna tem, também, uma gastronomia de enlouquecer. Em qualquer esquina, por cerca de € 3, você pode se deliciar com um tramezzino (sanduíche de pão de fôrma comprido). Agora, se quiser fazer bonito, vá ao La Pergola, que possui três estrelas do Guia Michelin, a distinção máxima de um restaurante. Ele fica dentro do Hotel Hilton, tem uma vista maravilhosa e mais de 50 mil garrafas em sua adega. O chef é o premiado alemão Heinz Beck. Reserve com pelo menos um mês de antecedência.
53.StonehengeInglaterra
A finalidade daquelas edificações pré-históricas a uma hora de Londres segue ignorada, o que amplifica seu interesse. Se você pretende aproveitar bem o místico labirinto de pedras e não quiser acordar muito cedo em Londres, considere dormir uma noite em Salisbury. A 20 minutos de Stonehenge, o Holiday Inn Salisbury-Stonehenge é um bom quatro estrelas.
54. Museu HermitageRússia
O museu de São Petersburgo deve seu acervo de 3 milhões de peças à corte russa que amava a corte francesa. Depois do Hermitage, que tem uma bela seção de impressionistas, aprecie a Catedral de Santo Isaac, famosa pelas colunas de mármore e esculturas que decoram seu exterior. Conheça a Catedral de Pedro e Paulo, que hoje serve como mausoléu dos czares russos.
55. LisboaPortugal
A Baixa, a Sé, o Castelo de São Jorge, a Alfama. Muita beleza concentrada a refletir no velho e glorioso Tejo. Uma visita a Lisboa não é completa se você não bailar ao menos uma noite em uma casa de fado clássica, como o restaurante Sr. Vinho, no bairro da Lapa. Lá foi revelada a cantora Mariza, espécie de Cristiano Ronaldo do gênero. Outra opção, perto da Sé, é o Clube do Fado.
56. <Rio SocaEslovênia
O rio mais cristalino da Europa percorre 138 quilômetros por entre os Alpes até desaguar no Adriático. Terceiro país mais verde da Europa, atrás das escandinavas Suécia e Finlândia, a Eslovênia fica perto de Veneza e Viena. Se quiser conhecer a capital, Liubliana, a melhor opção é o descolado Célica, que ocupa as instalações de uma antiga prisão, hoje toda grafitada. Com paredes de vidro, os quartos têm vista para o jardim.
57. Côte dAzurFrança
Nice, Cannes, St. Tropez. A Riviera Francesa é ainda mais sofisticada em maio, com o Festival de Cannes. Um lugar onde o agito noturno acontece durante todo o ano. Em Marselha, o Trolleybus é uma mescla de pub, balada e espaço cultural para exposições. Em St. Tropez, a badalação rola solta na boate Les Caves du Roy. Antes de partir, não deixe de provar o nougat, especialidade da tradicional Brasserie Sénéquier.
58. AmsterdãHolanda
Um lugar para ser vivido a pé, de barco ou de bicicleta ou de dentro dos museus e cafés, agora menos esfumaçados. Se você curte design, uma ótima forma de hospedagem que alia custo-benefício é o Citzen M. Com atendentes jovens e simpáticos, o hotel tem mobiliário futurista – toma-se banho em um boxe que lembra uma cápsula. O legal é que ele fica a poucos passos da estação Zuid do trem, de acesso mais rápido ao aeroporto de Schiphol em relação ao Centro.
59. GranadaEspanha
O magnífico testamento do domínio árabe na Europa medieval, prenhe de arte, saber e tolerância. Há uma tradição do século 19: a maioria dos bares da cidade ainda serve tapa grátis (ou com preços muito bons) – os garçons tentavam, forrando o estômago de seus clientes, diminuir o porre dos apreciadores de xerez.
60. TaorminaItália
Gema da Sicília encravada no alto de um morro, com ruínas greco-romanas e um mar cristalino de cinema. Contornada pelo Etna, a cidade siciliana mais procurada pelos turistas tem praias que figuram entre as mais belas da Europa. O sol batendo nas primaveras repletas de flores magenta fazem qualquer ruazinha virar um show. Imperdível: tomar um amaro com gelo no centenário bar Wunderbar, no meio do burburinho, e ter como cenário o azul e calmo Mar Jônico.
61. FlorençaItália
A grana do Renascimento ergueu coisas belas e decorou-as com outras mais ainda, como os Botticelli da Ufzi. Já que estamos na capital artística italiana, uma dica é perder-se pela Piazza della Signoria, o melhor museu a céu aberto florentino. Lá estão esculturas célebres do Renascimento (ou suas réplicas), como a do duque de Médici montado em seu cavalo, criada por Giambologna; O Rapto das Sabinas, também de Giambologna; Il Marzocco, de Donatello; e a cópia da onipresente Davi, de Michelangelo.
62. PragaRepública Tcheca
O gótico, o renascentista, o barroco e o art nouveau em pontes, igrejas, castelos, cafés. Do século 14, na região do bairro de MaláStrana, o mais belo cartão-postal da capital tcheca é a Ponte Carlos, que se estende por 510 metros sobre o Rio Vltava. Ela é vizinha ao Klementinum, complexo barroco formado por três igrejas, um convento e outras tantas casinhas.
63. ParisFrança
Mais do que a Torre Eiffel, mais do que o Louvre, a alma de Paris flana em meio líquido: o Rio Sena. Para buscá-la, é preciso caminhar, caminhar muito em suas margens, de preferência em um fim de semana. Você vai passar por achados como o bistrô La Rose de France, na Place Dauphine, pertinho da Pont Neuf. Na Ilha de Saint Louis, compre o famoso sorvete da Berthillon e leve-o para olhar o Sena a partir da Galerie du Vert Galant, no Quai des Orfèvres. No fim da tarde, embarque num dos barcos (bateaux) do Vedettes du Pont Neuf. E depois garimpe um velho cartaz art nouveau ou alguma edição valiosa de Victor Hugo ou Baudelaire com os bouquinistas nas suas tradicionais barracas de livros usados que margeiam o Sena. O Sena que sugiro tem 8 quilômetros e vai da Pont de Grenelle, ao sul da Torre Eiffel e do Campo de Marte, até a Pont de Sully, que atravessa a Île Saint-Louis. Dá para percorrer as duas margens do rio com calma em dois dias. Caso o bolso permita, brinde a essa visão de Paris em uma das mesas do restaurante de Alain Ducasse no Hotel Plaza Athénée. (VC) O destino é ideal para casais, amantes de arte, arquitetura e cultura. Para se divertir, a Rue dês Lombards, no Marais, concentra três das mais icônicas casas de jazz parisienses (e da Europa). São elas: Duc desLombards, Le BaiserSalé e Sunset/Sunside.
64. Islândia
Feita de gelo e fogo, como seu povo gosta de afirmar, possui estradas cênicas e paisagens vulcânicas espalhadas pelo território desabitado. O melhor jeito de explorar a terra da cantora Björk, fundada oficialmente no ano de 874 pelos vikings, é de carro. É praticamente impossível se perder, porque só existe uma estrada que sai da capital Reykjavik e dá a volta inteira na ilha. Os hotéis costumam ser mais caros do que a média europeia – um dos mais em conta é o Hotel Cabin, próximo ao Lago Tjörn.
65. ChamonixFrança
O alpinismo e os Jogos Olímpicos de Inverno nasceram aqui graças ao magnífico Mont Blanc, de 4 808 metros. Há duas sugestões que merecem que você dispense atenção. Primeiro, o carré de cordeiro com batata assada e polenta frita servidos no Le Monchu. Depois disso, curta o MontenversTrain, um romântico trenzinho que sai do Centro.
66. San GimignanoItália
Elas já foram 72, mas hoje 14 torres ainda atestam o poder que essa maravilha medieval deteve no século 13. Enquanto você conta as torres no skyline, pode se refrescar na Gelateriadi Piazza, que já recebeu prêmios de melhor sorvete do mundo. O maior sucesso ali é o sabor de fruttidibosco (frutas vermelhas com pedacinhos de amora e framboesa).
67. Cinque TerreItália
Cinco vilarejos incrustados sobre montanhas à beira-mar, ligados pela Via dell’Amore, uma trilha apenas para pedestres que une os povoados em caminhadas de no máximo 20 minutos. Não é um destino de primeira divisão da Itália (leia-se: de turismo de massa), mas esconde uma beleza incomparável no colorido das casas, na inclinação das vielas e no número de mirantes com vista privilegiada para o Mar Tirreno. Acomode-se em um restaurante, peça uma massa ao pesto, o tempero criado na região. Ah, felicità!
68. Vale do Gokyo -Nepal
Cinco lagos de cores diferentes rodeados de picos nevados. Não quaisquer picos: os mais altos do mundo. Como o imponente Cho Oyu, de 8 201 metros, a marcar a fonteira do Nepal com o Tibete. Para chegar ao Vale de Gokyo, no Himalaia, é preciso caminhar cinco dias pelo Parque Nacional Khumbu, no Nepal. Alojamentos de montanha simples e limpos somados à doçura do povo nepalês garantem o calor necessário para encarar as baixas temperaturas da região. Mosteiros de budismo tibetano espalhados pelo caminho transmitem paz suplementar, caso a beleza e o silêncio do cenário não sejam suficientes. O país possui oito dentre as 10 maiores montanhas do mundo (todas no Himalaia).
69. GuilinChina
Seu Rio Li é a maior inspiração dos pintores chineses. Em dias de sol, suas águas cor de jade refletem com perfeição as rochas e o céu majestosos.
70. Hokkaido- Japão

Pouco conhecida dos ocidentais, a ilha ao norte do país tem vulcões, nevados e, no inverno, o festival de esculturas de gelo de Sapporo. Fevereiro é o mês que marca o “acontecimento” de Saporo, a maior cidade da Ilha de Hokkaido: o Festival da Neve. Durante o evento há shows e competições de esqui. Se você não puder ir durante a festa, nenhum problema. A região é um verdadeiro paraíso natural, tomada por campos e florestas.
71. Turquia
Relevo bizarro esculpido em rocha vulcânica. Nas cavernas, absurdas construções; nos balões, um visual arrebatador. Que tal provar a mais autêntica culinária turca? A região abriga muitos restaurantes charmosos. O Dimrit, em Urgup, tem uma das vistas panorâmicas mais espetaculares – a dica é pegar uma das mesas do terraço. O Nostalji, que também tem terraço, serve drinks de iogurte e doces de mel, além de aquecer os clientes com pashminas.
72. Angkor Wat -Camboja
Seus templos do século 12 em meio à floresta úmida seriam uma representação do universo para os hindus. A oferta de hotéis na simples Siem Reap, cidade-base para os templos de Angkor, é grande. E o melhor: inclui algumas das mais luxuosas redes do mundo, como a Orient Express, dona do La Residence d´Angkor, uma mansão com spa e uma bela piscina. Viajantes econômicos também encontram boas opções, como o Ei8ght Rooms, que fica bem no centrinho local.
73. Tibete – China
Desertos, nevados, lagos e mosteiros budistas a 4 mil metros de altitude. Cenário de um dos lugares mais bonitos e intocados da Terra. Para chegar lá é preciso ter uma licença separada (não é exatamente um visto). Uma das formas mais fáceis é desembarcar primeiro na China (há dois consulados chineses no Brasil. Depois, em Pequim, paga-se uma taxa pela autorização de entrada no Tibete. Outra alternativa é voar para o Nepal e, a partir de lá, comprar um pacote com uma agência local.
74. PetraJordânia
Depois de ler muito quando garoto sobre Lawrence da Arábia e, mais tarde, ver Indiana Jones e a Última Cruzada, o filme de 1989 em que Harrison Ford/Indiana busca o Santo Graal no Templo de Al Khazneh, o mais famoso monumento de Petra, ficou bem difícil ignorar aquele lugar. Então passei dois dias no mesmo deserto jordaniano de Wadi Rum que encantou Lawrence para depois chegar a Petra e seus cânions de cor avermelhada com paredões de até 80 metros de altura. Aos poucos, o Templo de Al Khazneh surgiu entre as sombras e as curvas do cânion. Assim como no filme, um camelo sentado bem defonte ao templo me deu a dimensão grandiosa da edificação. Petra tem muitas construções esculpidas nas montanhas, todas em estilo grecoromano, que foram reveladas ao mundo apenas em 1812. É fácil passar uma semana lá caminhando, visitando os lugares em horários diferentes e imaginando como era viver ali em 4 a.C., o tempo de ouro dos nabateus, que alçaram o lugar à condição de grande metrópole cultural e econômica na rota comercial que ligava a Arábia à Síria. (VC) Petra merece ser visitada no outono (de setembro a novembro) ou na primavera (de março a maio). Durante o Ramadã (geralmente em agosto), muitos estabelecimentos fecham as portas.
75. Maldivas
Venda o carro, torne-se inadimplente, mas vá. E rápido. O Arquipélago das Maldivas, ao sul da Índia, com suas mais de 1 200 ilhas, é um conjunto ameaçado pela elevação do nível do mar. Não há lugar no mundo como esse: o Índico tem muitas variações de azul; as praias, a areia branca de talco e até os coqueiros parecem cenográficos. Da capital, Malé, chega-se aos atóis, que se espalham por uma faixa de mais de 800 quilômetros de norte a sul. As grandes bandeiras hoteleiras estão presentes com resorts sobre charmosas palafitas.
76.KyotoJapão
Há os que vão ao Japão para ver gente vestida como num anime em Tóquio e há os que reverenciam a quietude e a gentileza que também definem o país. Kyoto, que por mais de mil anos foi a capital imperial, é o cenário das tradições japonesas por excelência. Ali atingiram o estado da arte a jardinagem, a arquitetura de madeira dos templos, a cerimônia do chá, a afetação das gueixas. Com seu milhar de templos budistas e santuários xintoístas, a cidade merece um recálculo do tempo que você havia planejado inicialmente para conhecê-la. Fique o dobro, fique o triplo, fique ainda mais. (CV) Chega-se em Kyoto pegando o famoso trem-bala em Tóquio, que leva 2h20 para conectar as duas cidades. Para quem pretende viajar mais tempo pelo Japão, vale a pena comprar o Japan Rail Pass que permite circular pelo país inteiro em viagens ilimitadas, por sete dias. Há quem prefira voar: o aeroporto mais próximo de Kyoto é o de Osaka, a uma hora.
77. Ladakh – Wadi Doan – Iêmen
Um deserto cortado por um cânion acidentado, mas com um rio intermitente ao fundo margeado por acácias polinizadas por abelhas selvagens que produzem o mel mais caro do mundo. Wadi Doan é, como o Iêmen, belíssimo e, como o Iêmen, avesso ao turismo. País marcado por conflitos tribais e pelo fundamentalismo religioso, tem outras maravilhas como Sanaa, cidade habitada continuamente há 2 500 anos e Patrimônio Cultural da Unesco. Se um dia a situação política melhorar, é para lá que eu quero voltar. (CV) Não existe representação diplomática do Iêmen no Brasil. Quem providencia o visto são as agências que comercializam os roteiros para lá. Ao desembarcar no aeroporto de Sana, apresente o papel na imigração.
78. Ladakh – Índia
O azul-escuro do céu, em contraste com as cores das formações rochosas desse deserto a 4 mil metros de altitude no Himalaia indiano, transforma até mesmo as fotos mais amadoras em obras de arte. No extremo norte da Índia, fazendo fonteira com o Tibete e com a região conflituosa de Kashmir, é o único lugar da Índia que se pode afirmar com certeza ser livre de muvucas. É praticamente inacessível no inverno: tem algumas passagens de montanhas mais altas do mundo. Merece semanas de exploração a bordo de um 4×4. Traga muitos cartões de memória para sua câmera. (CV) Para se ter uma ideia do isolamento geográfico do Ladakh, vale lembrar que as únicas estradas que ligam a região ao resto do país ficam abertas apenas três meses por ano, no verão e início do outono. Nos demais, estão cobertas por metros de gelo. Para quem busca aventura, o Ladakh tem trilhas para trekking, corredeiras para rafting e paredes para escalada.
79. Isfhan – Irã
“Quem conhece Isfahan conhece metade do mundo.” O dito, tornado lenda na região, dá a medida da beleza dessa cidade no coração da Pérsia Antiga. A frase tem um complemento: Isfahan teria, na verdade, metade das belezas do mundo. Talvez seja um exagero, um arroubo poético, mas o excesso é amplamente desculpável. Isfahan é mesmo um destino extraordinário, a joia máxima da arte e da arquitetura islâmicas. Mesquitas decoradas com detalhados mosaicos de azulejos, palácios monumentais, a famosa Praça Imã Khomeini, bulevares arborizados à margem do Rio Zayandeh, diversas pontes. Eis os componentes do mais belo cenário do Irã, a 400 quilômetros da capital Teerã. Se o país ainda assusta pelos rigores do Estado teocrático e por seus vetos comportamentais, é de destacar que, para o turista, o Irã é barato, tem boa comida, gente hospitaleira (característica sublinhada nos relatos dos viajantes desde Marco Polo), e, ao contrário do que usualmente se crê, é seguro. (CV) É preciso ter visto para entrar no país. Deve ser solicitado à Embaixada do Irã em Brasília com pelo menos um mês de antecedência.
80. JerusalémIsrael
Local sagrado das três grandes religiões monoteístas, tem o condão de encantar até mesmo quem não é judeu, cristão ou muçulmano. A cidade murada de 3 mil anos tem um histórico de guerras e disputas que parece jamais cessar. Do alto do bairro judeu se avistam o Muro das Lamentações e a cúpula dourada do Domo da Rocha. Lá, quando o sol se põe, dá para ver os judeus fazendo suas preces e ouvir pelos alto-falantes dos minateres das mesquitas o chamado para as orações dos muçulmanos. Tudo isso ao mesmo tempo, dos dois lados da muralha. (VC) A maioria das operadoras combina o roteiro com a Jordânia ou Turquia.
81. Ko Phi PhiTailândia
Rodeada por penhascos rochosos, a ilha onde fica a praia do filme de Leo DiCaprio é representação possível do Shangri-lá. Apesar da superlotação na alta temporada, ir à Tailândia e não passar por Phi Phi pode ser um pecado. Não há aeroporto na ilha. Chega-se partindo de outros balneários turísticos, como Phuket e Krabi, em barcos que demoram cerca de uma hora e meia. A melhor época é entre novembro e fevereiro. De junho a outubro, as monções estão com tudo – e é água o dia inteiro.
82. Luang Prabang Laos
Com densa floresta equatorial, lindos templos budistas e o Rio Mekong a banhá-la, virou Meca mochileira. A cidade tem apenas duas ruas principais, onde estão os melhores restaurantes. A culinária do Laos tem menos pimenta que em outros lugares do sudeste asiático e, por isso, costuma fazer mais sucesso entre os brasileiros. Para começar o dia, a pedida é tomar o café da manhã no JoMa, que serve bons croissants, pães e muffins. O Coconut Garden e o eclético L´Elephant completam com as melhores opções locais.
83. Taj MahalÍndia
Construído no século 17, o maior monumento do mundo dedicado a uma mulher leva 3 milhões de visitantes todos os anos a Agra. Ao contrário do que a maioria pensa, Agra é uma cidade grande (tem 1,5 milhão de habitantes). Mas é sem graça – poderia ser ignorada se não fosse o Taj Mahal. Sendo assim, talvez não seja o local ideal para se hospedar. A forma mais indicada de chegar é numa viagem de duas horas a partir de Nova Delhi. Diversos trens fazem o percurso.
84.TóquioJapão
O inescapável clichê: o mais moderno a envolver o ancestral. Do trem-bala ao teatro nô, das megastores aos templos de Asakusa. O maior “problema” de Tóquio quase todo mundo já sabe: ao menos que você decida se hospedar em um hotel de luxo, é bom se preparar para o tamanho limitado dos quartos. A maioria tem teto baixo, forçando os mais altos a se curvarem ao entrar. Lembre-se que o preço é salgado.
85.BaliIndonésia
A mais friendly das 17 mil ilhas do país. Hinduísta em uma nação muçulmana, é o eldorado dos surfistas e tem spas e restaurantes de fama mundial. A culinária balinesa é exótica e deliciosa. Os pratos do dia a dia variam do mie goren (arroz com verduras, frutos do mar ou carne), nasigoreng (o mesmo prato em versão noodles) e o ikangoreng (peixe frito). Come-se muito bem por menos de US$ 5 nos warungs (estabelecimentos simples). O Casa Luna tem reputação por seus pães, tortas e bolos e o Rumors, com mesas disputadas, é a sensação local: serve um prato de 500 gramas de lagosta, além dos coquetéis de frutas e da cerveja sempre gelada.
86. Polinésia Francesa
Vertigem, muita vertigem. Foi o que senti ao mergulhar nas águas desse pequeno atol da Polinésia Francesa, a 520 quilômetros do Tahiti. Nunca fui um grande nadador, mas aquelas águas me seduziram como o canto de uma sereia. De repente eu boiava na imensidão azul, seguindo cardumes de peixes de cores quentes. O contraste me fazia personagem de uma animação em 3-D. Ao olhar para baixo e perceber que a profundidade superava os 30 metros e que a visibilidade ampliava em muito essa medida, fiquei tonto. Eu parecia flutar no ar. Um brasileiro se deixar impressionar por uma praia é um indicador fiel de qualidade. Manihi, com seu shape de paraíso publicitário, tem todos aqueles coqueiros que a gente imagina, mais bangalôs com fundo de vidro sobre o mar e um clima de lua de mel constante. O pequeno atol de menos de mil habitantes é também um dos poucos lugares da Terra onde se encontram as pérolas negras. Vá muito bem acompanhado – o Pacífico faz o resto. (VC) O principal aeroporto da Polinésia fica na capital, Papeete. De lá saem aviões e barcos para as outras ilhas. É sempre mais barato comprar um pacote que inclua passagem, hospedagem e passeios.
87. Parque Tongariro -Nova Zelândia
Dominado pelo vulcão ativo Ruahepu, esse parque nacional na porção central da Ilha Norte neozelandesa apresenta uma paisagem distinta em cada estação do ano, dos campos de flores às encostas cobertas de neve – algumas delas se transformam em boas pistas de esqui. Considere pagar uma taxa para sobrevoar a cratera do vulcão com um hidroavião que decola das águas plácidas do Lago de Taupo, em Taupo, ao norte do parque. Busque hospedagens na Nova Zelândia no Booking.
88. Bora BoraPolinésia
A ilha dos resorts de palafitas chiques tem mergulho com arraias e barqueiros que tocam ukelelê durante o passeio.
89. KakaduAustrália
No norte do país, perto de Darwin, com cânions, cachoeiras e crocodilos dos quais é prudente manter distância. Para ver tudo isso (e muito mais) é preciso fazer uma visita obrigatória ao Parque Nacional de Kakadu . Darwin, no litoral norte, é a cidade-base para a visita. Ela foi batizada assim em homenagem ao cientista homônimo, que passou por lá em 1831, quando pesquisava a vida selvagem nas ilhas do Pacífico Sul. Para se divertir em Darwin, dirija-se para a Mitchell Street, rua boêmia e central, onde estão os melhores hotéis, bares e restaurantes.
90. KakaduAustrália
Protegido por uma barreira de corais e paraíso do mergulho, o arquipélago tem 250 ilhotas, algumas virgens, como as Rock Islands. A Ilha de Palau, na Micronésia, é quase um segredinho, de tão isolada. Poucas operadoras brasileiras vendem pacotes para lá e o foco é o mergulho.
91. PalauMicronésia
A água azul do Índico é commodity na costa do Quênia, mas essa pequena ilha tem algo mais do que resorts e praias. Lamu é a mais antiga e mais bem preservada capital da cultura swahili, grupo étnico da costa leste aficana, e importante centro de difusão do islamismo desde o século passado. O conjunto de casas feitas de pedras retiradas de corais e madeira valeram ao lugar o título de Patrimônio Cultural da Unesco. (VC) Nenhuma operadora brasileira vende roteiros que passam pela ilha do Índico, quase que desconhecida, mesmo para os mais experientes viajantes. Ocupada por portugueses em 1505, Lamu foi palco de inúmeras lutas entre os seus habitantes islâmicos e os vizinhos africanos. O Lamu Palace Hotel tem 22 quartos amplos e é decorado com tapetes e objetos da cultura swahili.
92. Namibia
Um país inverossímil, com safáris de primeira e o deserto costeiro e fotogênico de Sossusvlei, suas dunas vermelhas e suas acácias fossilizadas. Para driblar o calor africano, visite o país entre maio e setembro, quando não chove e as temperaturas não são tão altas. A estiagem também facilita para ver os animais. As expedições partem da capital Windhoek, a uma altitude de 1.660 metros. Uma vez ali, vá ao famoso Joe´s Beer House, restaurante especializado em cortes de caça: carne de zebra e antílope são as estrelas.
93. Cidade do CaboÁfrica do Sul
Cinematográfica por natureza, tem baía, montanha de cartão-postal, praias espetaculares e vinhos. Não há voos diretos do Brasil, mas a conexão em Johannesburgo não dura mais que três horas. Ao chegar na Cidade do Cabo vale dar uma voltinha no ônibus City Sightseeing para reconhecimento da cidade. Uma parada na Table Mountain é obrigatória. Para uma imersão na história do apartheid, visite o DistrictSixMuseum. Fã de Copa do Mundo? Agende uma visita ao Estádio Green Point.
94. ZanzibarTanzânia
A duas horas de ferry, a ilha tem construções de pedra, floresta, o mar azul-turquesa do Índico. Coisa de louco.
95. Grumeti -Tanzânia
Os maiores mamíferos terrestres do mundo dão as caras nessas savanas que bordejam o Lago Vitória. Para visitar a Tanzânia é preciso tirar o visto, que é emitido logo na entrada do país, além do certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Dá para visitar o país o ano todo, mas o melhor período é durante o inverno, de junho a setembro. Com o tempo seco, a vegetação fica menos densa e é mais fácil avistar os animais.
96. Victoria Falls -Zâmbia
Uma impressionante queda de 108 metros faz surgir o mítico Rio Zambeze, com suas corredeiras poderosas.
97. Hombori -Mali
O deserto sempre fascinou os viajantes. E, quando a monotonia da paisagem é quebrada por monumentais formações rochosas, o magnetismo é ainda maior. Quando se traça um roteiro pelo Mali, na Áfica Ocidental, geralmente se inclui a mítica Timbuktu, porta de entrada para o Saara malinês. Mas aquilo de que poucos se dão conta é que a região vizinha, Hombori, é muito mais interessante do que a cidade-lenda. Hombori abriga formações rochosas misteriosas e gigantescas que lembram o americano Monument Valley. Sua formação mais famosa, a Mão de Fátima, faz sombra no deserto com cinco agulhas de granito que se erguem agressivamente na imensidão do Saara. E os vilarejos e mercados da região estão sempre coloridos pelas ricas culturas dos povos peul, dogon e outras etnias. No caminho, a vida que se concentra nas margens do Rio Níger, na dramática falésia de Bandiagara e nas mesquitas de barro das cidades de Djenné e Mopti dá brilho a essa viagem por um dos mais coloridos e musicais países aficanos – dizem mesmo que o blues nasceu ali. (CV) O visto pode ser tirado na chegada ao país, no aeroporto da capital, Bamako. Os voos não costumam ser baratos – a forma mais comum de chegar é via Paris. O melhor esquema é fechar um pacote com uma agência local.
98. MarrakeshMarrocos
Marrakesh tem uma síntese perfeita na Djemaa el-Fna, sua grande praça. Ali se exibem encantadores de serpentes, vendedores de ervas milagrosas, dentistas primitivos com seus boticões, cartomantes, engolidores de fogo, dançarinos que parecem ter escapado de palácios de sultões. Todos fazem seus pregões em meio a um intenso aroma de especiarias. Tudo remete a um cenário de conto árabe, mas o lugar tem origem bérbere, como boa parte do povo marroquino. Uma vez lá, suba até o terraço de um dos muitos restaurantes e contemple a muvuca. (VC) Uma boa lista de restaurantes em Marrakesh deve incluir o Dar Zellj, que serve tajine, cuscuz e pastilla. Aos sábados, acontece show de música árabe. O Le Bô-Zin é um pouco distante do centro, mas ótimo para ir a noite, com DJs e pratos leves, como tajine de peixe. O Le Tobsil é aconchegante e tem um clima romântico. O menu é marroquino com toque francês – e há uma carta de vinhos razoável (coisa rara no Marrocos).
99. Lalibela -Etiópia
Nas montanhas da região de Wollo, na Etiópia (África), Lalibela é um vilarejo pouco atraente à primeira vista. Mas a estranha beleza de suas monumentais igrejas esculpidas em um maciço rochoso e a ferveção religiosa dos cristãos ortodoxos que as fequentam seduzem o visitante. Patrimônio Cultural da Unesco, os templos construídos há mais de 800 anos valeram a Lalibela a distinção de Jerusalém aficana. Os rituais do cristianismo ortodoxo ali são particularmente interessantes no Natal (6 de janeiro) e no Timket (a Epifania de Cristo), também em janeiro. O visto é emitido no momento do desembarque no território etíope. Há conflitos étnicos pelo país, principalmente na região oeste. Lalibela é um vilarejo pacífico, mas, uma vez na Etiópia, evite as fronteiras com Sudão, Quênia e Somália. A capital fica a 640 quilômetros de Lalibela.
100.
Paradise Bay
A Antártica tem uma beleza quase insofismável, mas também pode ser monótona aos olhos do turista. Se você considera uma visita ao Continente Branco, vai gostar de saber que a Península Antártica, acessível para navios de cruzeiro, tem paisagens variadas. Pleneau Bay, Ilha Decepção e Port Lockroy exuberam, mas Paradise Bay está em outro patamar. Lá, glaciares, icebergs, picos rochosos, pinguins, baleias e focas dão carradas de razão a quem deu nome ao lugar. Antes de pensar em fazer uma expedição à Antártica, é preciso saber que ninguém chega lá sozinho. Leia-se: é preciso ir com uma agência de turismo, num pacote fechado. Há vários roteiros para lá, partindo de Ushuaia, na Argentina.
101.
Dubai
Ao chegar no alto do Burj Khalifa, um dos maiores edifícios do mundo, olhe para baixo e tente imaginar como uma cidade pode ter crescido tão rápido em meio às dunas douradas do deserto. Exótica e extravagante, Dubai era apenas um simples entreposto comercial com pequenas construções à beira do Golfo Pérsico há algumas décadas. Hoje, parte integrante dos Emirados Árabes Unidos, Dubai é um dos destinos mais populares e desejados no Oriente Médio, com algumas das mais incríveis atrações do mundo. Prepare-se para uma viagem surpreendente, que pode incluir desde um belo salto de paraquedas a um delicioso sobrevoo de balão ao nascer do sol.