O Marketing Multinível está incomodando indústrias, empresas e comércios em todo o mundo

O Marketing Multinível brasileiro e mundial, já movimenta tanto dinheiro; já tirou tanta gente, mas tanta gente do mercado tradicional, que são milhões e milhões de pessoas que não compram mais produtos na loja da esquina, em shoppings, internet, tampouco serviços de empresas. A cada dia, o varejo, indústrias e empresas que não fazem uso do marketing multinível estão perdendo feio uma guerra de bilhões e bilhões de dólares, reais, pesos, yenes, ou qualquer outra moeda do mundo.

Que o digam, os varejistas americanos tradicionais que estão tomando uma surra na batalha.

Pense em quantos cremes dentais, não são mais comprados em supermercados com este exercito de empreendedores que compram seus cremes dentais de suas empresas de MMN.

Pense em quantos cosméticos, perfumes, nutracêuticos, produtos de limpeza, eletroeletrônicos, as empresas tradicionais não vendem, porque o Multinível, cadastra pessoas que antes eram simples consumidoras, mas que se tornam consumidoras profissionais, comprando produtos de qualidade, com bons descontos, boa margem de revenda e possibilidade de ganhar dinheiro também montando uma equipe, que serão fidelizadas pela empresa de MMN, deixando de comprar no varejo tradicional.

Entendeu como as empresa de Venda Diretas e de Network Marketing estão vencendo a guerra? 

A Forbes informou que shopping centers perderam mais de 10 mil lojas em 2017, “talvez o pior ano já registrado”, escreveu Ben Gamse, gerente de pesquisa de mercado da Associação de Venda Direta dos EUA. Em 2018, os varejistas de longa data Toys R Us e Bon-Ton anunciaram que sairiam do negócio para sempre, enquanto âncoras como Sears e Macy’s continuam perdendo clientes.

No entanto, com um crescimento total de vendas de 4,5% e 4.080 inaugurações líquidas de lojas no ano passado, o varejo ainda é um bom negócio. Gamse escreveu: “O setor varejista não está em colapso. Além disso, apesar do segundo ano de queda da receita de vendas diretas nos EUA – queda de 1,8%, para US $ 34,9 bilhões em 2017, segundo a pesquisa de crescimento e perspectivas de 2018 – a indústria provavelmente está experimentando mais uma mudança do que um declínio.


As empresas tradicionais de venda direta estão encontrando formas mais precisas de se diferenciar – concentrando-se em como a venda direta permite que seus representantes independentes criem relacionamentos de longo prazo com clientes fiéis para criar um fluxo contínuo de receita.

“Empresas e indústrias precisam se ajustar às forças do mercado e aos ventos econômicos que sopram”, diz Orville Thompson, CEO da Scentsy. “Estamos apenas em um período de transição. Boas empresas estão definindo suas velas de maneira diferente e as empresas ruins e que não entenderem de vento, terão problemas para chegar onde querem.”

Se as empresas de Vendas Diretas e de MMN, implementarem algumas das sugestões abaixo, ganharão ainda mais mercado e forçarão empresas a repensarem seus modelos de negócios e desta forma, muitas grandes empresas tradicionais, adotarão o MMN.

SUGESTÕES:

  • Definir produtos e oportunidades de negócios de forma clara.
  • Oferecer preços competitivos.
  • Melhorar as ferramentas tecnológicas e o data banking.
  • Torne-se mais focado no cliente.
  • Desenvolver treinamentos mais efetivo para representantes independentes.

A indústria de MMN deve-se perguntar: “Nossos produtos estão em tendência? Estamos oferecendo um bom atendimento ao cliente? Os consultores estão aumentando sua base? Estão ganhando clientes? O Turnover está caindo? A fidelização possui níveis seguros? Esses fundamentos de negócios são o que proporcionam crescimento sustentável?

Ben Riley, diretor de vendas da Young Living, diz que uma das quatro principais estratégias de sua empresa para o crescimento contínuo é: “Nossos consumidores querem seus produtos mais rapidamente e por menos”. “Estamos atualizando proativamente nossas soluções de logística globalmente para oferecer uma proposta de valor mais atraente.”


“Precisamos nos perguntar: ‘Nossos produtos estão em tendência? Estamos oferecendo um bom atendimento ao cliente? Os consultores estão aumentando sua base? ‘”
– Orville Thompson, CEO da Scentsy

“Cabe a nós olhar para nós mesmos de maneira diferente”, diz ele. “Estou muito otimista em relação ao nosso futuro como indústria ao abraçar a mudança. Eu acredito que o futuro é brilhante ”.
– Ryan Napierski , presidente da Nu Skin

 

Para a indústria de vendas diretas, isso geralmente significa desmantelar peças tradicionais do modelo, dizem executivos. “No ano passado, por exemplo, o Young Living permitiu que novos membros se inscrevessem sem um número do Seguro Social se quisessem comprar nossos produtos e não construir um negócio”, diz Riley.

Da mesma forma, a Nu Skin está renunciando a taxas de inscrição para novos clientes, diz Napierski, bem como reestruturando os planos de compensação e incentivo para refletir o que os jovens representantes independentes querem, em vez de “forçá-los a fazer uma única maneira de fazer negócios”.

EMPRESAS DO VAREJO TRADICIONAL QUE ADOTARAM                                             A VENDA DIRETA E O MULTINÍVEL NO BRASIL:

  • Polishop
  • Boticário
  • Cacau Show
  • L’ acqua Di Fiori
  • Chlorophylla
  • Eudora
  • Magazine Luiza
  • Marisa
  • Racco
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