Worldventures é fechada na Noruega por ordem judicial

A Noruega está indo na contra mão dos países mais desenvolvidos do mundo. Enquanto todas as portas se abrem para o MMN e para a Worldventures, a justiça deste pais, proibiu a permanência da empresa em toda Noruega, por pressupor tratar-se de uma pirâmide ou esquema Ponzi.

Essa guerra entre a empresa e a Justiça durou anos, mas o desfecho foi surpreendente e decepcionante para a empresa americana que vende pacotes turísticos através do modelo de marketing de rede.

Um painel de supervisão do Estado norueguês concluiu que a empresa está lidando com um esquema ilegal de pirâmide no país escandinavo. A empresa recebeu uma notificação para concluir e encerrar todas as suas atividades de vendas no país.

A Worldventures oferece programas de pagamento para representantes, através de comissões e bônus quando alguém passa a ser distribuidor da empresa. 

Os empreendedores recebem comissões por afiliações vendidas por representantes colocados em sua própria rede.

No final de maio de 2013, a Worldventures tinha 3.654 afiliados na Noruega. Quase 95% eram representantes de vendas ao mesmo tempo.

Um estudo de caso mostra que para se tornar um afiliado da empresa e ser representante de vendas durante o primeiro ano, as pessoas recrutadas tinham de pagar cerca de 1034 dólares. Nos anos seguintes, o custo caiu para cerca de 667 dólares.

A Justiça concluiu que a Worldventures é um esquema de pirâmide porque sua receita vem quase exclusivamente do recrutamento de novos membros e não da venda de pacotes turísticos. Portanto, a autoridade estabeleceu que as atividades da empresa na Noruega infringem o código 16 da Lei sobre Jogos e Loterias, que proíbe a criação, direção, participação e / ou disseminação de esquemas de pirâmide ou esquemas similares.

A Worldventures estava na Noruega desde Outubro de 2010. As investigações começaram em 2013.

A Worldventures já recebeu um aviso para cessar suas atividades na Noruega. Se isso não acontecer, a Justiça poderá solicitar o seu encerramento por meio de ordem judicial.

“Estamos, desapontados pelo fato da comissão de recursos da Suprema Corte ter decidido agora que não permitirão que o caso seja levado à Suprema Corte.

Portanto, continuamos a analisar alternativas com nossa equipe jurídica na Noruega e não consideramos o assunto encerrado neste momento. Nos comprometemos a reabrir nossas atividades na Noruega novamente.” garante seu CEO, Josh Paine.

Link em norueguês

 

 

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