Para consumidor brasileiro, perfume não é supérfluo. Conheça as empresas que mais vendem.

Apesar do cenário difícil para a indústria de cosméticos e cuidados pessoais no país, a categoria de fragrâncias foi a que mais cresceu no ano passado, com avanço de 11,7% no faturamento, para R$ 23,06 bilhões.

As vendas do setor registraram incremento mais tímido, de 3,2%, alcançando R$ 102,5 bilhões. Os dados são da empresa de pesquisa Euromonitor.

“Os brasileiros estão cautelosos na hora da compra e preferem produtos considerados essenciais. Embora os perfumes possam parecer um produto supérfluo, há um fator cultural muito forte que influencia positivamente o consumo da categoria”, observa Elton Morimitsu, analista sênior da Euromonitor.

Entre os fabricantes nacionais, o Grupo Boticário lidera, com 31,4% de participação de mercado no ano passado.

A Natura aparece em segundo lugar, com fatia de 23,8% e a Hinode, em seguida, detendo 7,5% das vendas de perfumes populares.

A Avon possuía 6,3% e a Jequiti Cosméticos, 1,9%.

Para o período de 2018 a 2022, a expectativa da empresa de pesquisas é de que as vendas de cosméticos e produtos para cuidados pessoais aumentem, em média, 5% ao ano.

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