Como identificar e vencer a auto sabotagem

Se você está lendo isso, sem dúvida, quer crescer o seu negócio. Independentemente da indústria em que nos encontramos, a maioria de nós quer ter sucesso.

Então, por que não estamos no topo?

Porque é comum, nós nos auto-sabotarmos!

A auto sabotagem, são pensamentos que nos bloqueiem a nos impedem de realizarmos nossos objetivos. Portanto, a consciência de como eles limitam nosso pensamento e nossas ações é fundamental.

Essas crenças também podem afetar as pessoas com quem trabalhamos e convivemos.

Então, quando aprendermos a detectá-los, podemos ajudar os membros de nossa equipe a obter sucesso também.

# 1. Crenças que eram verdadeiras sempre

José é trabalhador e ambicioso. Ele expandiu sua rede, mas está exausto. Quando falamos, o tema “estar no controle” e “estar consciente” era uma constante. José queria que tudo fosse assim. Ele estava perplexo e sua equipe estava frustrada por sua inflexibilidade. Quando começamos nosso trabalho, pedi a José que me falasse sobre ele. Quando ele me contou sua história, nós dois entendemos o que estava dirigindo José.

A mãe de José lutou contra a doença mental. Quando criança, ele voltava da escola sem saber se sua mãe estaria bem ou não. Ele nunca convidou amigos ou fez festas porque não sabia o que poderia estar acontecendo em casa. Como ele era o mais velho, seu trabalho era manter as coisas sob controle: garantir que houvesse comida na casa, que as crianças tivessem terminado o dever de casa e que a mãe não estivesse vagando por aí. José precisava ter controle. Era a única maneira de manter a si e seus irmãos a salvo.

Atualmente José é um adulto com uma família própria. Sua mãe morreu anos atrás. Embora José não seja mais obrigado a ter controle, ele ainda age como se precisasse. Ele está preso na crença de que não é seguro não ter controle, o que era verdade em um certo ponto de sua vida, mas ele não é.

Essa crença pode levar a uma pessoas a ser autoritária ou radical. Somente quando José  entender como essa crença o afeta, ele poderá ajudar a si mesmo, permitindo decisões mais produtivas e assertivas.

# 2. Crenças que nunca foram verdadeiras

Essas crenças muitas vezes caem na arena dos “contos antigos”. Nunca foi verdade que a Terra fosse o centro do sistema solar ou que a Terra fosse plana. Na história, muitas pessoas sensatas acreditavam que isso era verdade, mesmo que não fosse verdade.

É fácil para nós acreditar que somos menos capazes ou que alguém é menos capaz. Este é o tipo de crença que pode alimentar “ismos” e fobias: racismo, sexismo, homofobia e xenofobia, só para citar alguns. Se acreditarmos em certos estereótipos, isso mudará a maneira como tratamos os outros, e isso pode afetar o modo como somos tratados.

Estar ciente de como essas crenças enganosas limitam seu ponto de vista dá a você a oportunidade de se antecipar a elas.

# 3. Crenças que eram verdadeiras para outra pessoa, mas não para você

De certo modo, essa é a crença mais insidiosa do sabotador.

Nós olhamos para a experiência de outra pessoa e chegamos a uma conclusão sobre a lição que devemos aprender. Anos atrás, contratei um motorista. Eu vivía numa cidade grande com muito tráfego e contratei um motorista, que inclusive usava uniforme.

Depois de uma semana em quele usava o terno, sem a gravata perguntei porque ele não estava usando a gravata do uniforme e ele respondeu: “Eu não uso gravata. Elas podem ser perigosss “.

Achei curioso e perguntei: “Perigoso … como?”

Ele explicou que seu primo sempre usava gravata, e um dia ficou preso em uma peça de maquinaria e acabou morrendo afogado.

Para ele, a gravata representa uma peça perigosa e ele não quer “morrer” por causa dela.

Da mesma forma, o irmão de uma amiga, perdeu todas as suas economias em um negócio imobiliário que deu errado. Então, quando ela teve uma excelente oportunidade de investir em propriedades, ela o rejeitou porque não queria arriscar perder dinheiro como seu irmão.

As armadilhas que criamos

Quando nos encontramos dizendo “eu sou sempre …” podemos ser pegos em uma crença que era verdade em algum momento. No caso de José, ele sempre tentou ter controle. Outras pessoas sempre foram independentes. Ele nunca dependeu dos outros. Cada um deles tinha limitado a capacidade de responder de forma eficaz devido a crenças limitantes. Eles estavam presos na “armadilha de sempre e nunca”. Eles agiram com base em circunstâncias que eram verdadeiras em algum momento, mas que não eram mais aplicáveis.

Quando nos encontramos repetidamente no mesmo tipo de situações frustrantes, pode ser útil escrever nossas suposições e questioná-las às vezes. Se somos persistentes e observadores, podemos detectar uma crença que era verdadeira, mas não mais verdadeira, ou que nunca foi verdade ou uma crença que era verdadeira para outra pessoa, mas não para nós.

A melhor notícia é que, uma vez que vemos como as crenças de auto-sabotagem funcionam e o quanto elas limitam nossas vidas, podemos tomar decisões diferentes.

 

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