Apareça mais na Internet. 27 dicas para impulsionar seu site no Google

Se você realmente é um profissional de MMN, sabe da importância de investir em seu marketing pessoal e de usar a rede social para gerar network.

Então com certeza você tem um site para se divulgar e interagir com seu Facebook, Instagram e Linkedin.

Por isso você não pode perder tempo. Faça sua página ficar bem posicionada no Google. Não perca visibildade e negócios.

Veja estas dicas imperdíveis, elaboradas pela principal empresa de Marketing Digital do país, a Resultados Digitais e turbine os acessos de seu site.

É FÁCIL E TEM QUE SER FEITO

A disputa pelas primeiras posições nas páginas do Google não é nenhuma novidade. Se levarmos em consideração que a maior parte dos cliques vai para as páginas nas primeiras posições, trabalhar para ranquear melhor o seu site faz sentido, não é?

Mas qual é a atual posição do seu site no Google? Você sabe o que fazer para melhorar esse posicionamento?

Essas são duas perguntas estratégicas para qualquer negócio, pois é a partir dessa busca que boa parte do seu público-alvo chegará até sua empresa. E por isso é essencial que seu site seja facilmente encontrado.

Contudo, para que as pessoas o encontrem, é necessário que você faça um bom trabalho de SEO (search engine optimization, ou otimização para os mecanismos de busca). Por isso, reunimos neste eBook diversas dicas que adotamos aqui na Resultados Digitais e que sugerimos que você aplique também. Elas ajudarão seu site a melhorar sua classificação no Google, atraindo mais visitas, Leads e vendas para o seu negócio.

1. Cadastre seu site no Google Search Console e envie o sitemap
Por quê? Quando se trata da indexação orgânica do site cadastrado, o Google Search Console é o seu canal de comunicação com o Google. É ele que permite que você entenda como o Google vê o seu site e faça e as otimizações necessárias.

Algumas das funcionalidades oferecidas pelo Google Search Console são:

• Aparência de pesquisa (Search Appearance): mostra como o Google está lendo cada parte das páginas – títulos, descrições, imagens etc.;

• Tráfego de pesquisa (Search Traffic): o que as pessoas estão procurando no Google que as leva a clicarem (ou não) no seu site;

• Índice do Google (Google Index): como está o desempenho do Google em indexar as páginas do seu site e identificar as palavras-chave que mais aparecem;

• Rastreamento (Crawl): quais dificuldades os robôs do Google estão tendo na hora de vasculharem as páginas do seu site em busca de conteúdo relevante;

• Problemas de segurança: Notificações de problemas de segurança detectados em seu site. Como? Acessar o site, cadastrar-se, incluir o site (exatamente como carrega no navegador, por exemplo http://resultadosdigitais.com.br/) e validá-lo.

Há 5 formas de validar o site: via Google Analytics, mais utilizado e recomendado pelo Google (caso a conta do Google do Search Console tenha acesso completo ao Analytics do site); via Google Tag Manager (mesma situação do Analytics), inserindo um script no código da home do site; via upload de um arquivo no diretório do site; e, por fim, através de login no provedor do nome de domínio.

Caso utilize WordPress, é possível, ainda, validar o site e gerar o sitemap utilizando o plugin do Yoast, que é atualizado automaticamente. Também existem ferramentas para gerar sitemaps, como o XML Sitemaps Generator — ao contrário do Yoast, no entanto, o XML não é atualizado de maneira automática.

É necessário ter o arquivo sitemap dentro do diretório do site, para possibilitar seu envio ao Search Console.

Por exemplo, site.com.br/sitemap.xml. Após validar o site e gerar o sitemap, acesse “Rastreamento” e depois “Sitemap” dentro da conta do Search Console, clique em “Adicionar/testar sitemap”, insira o link do sitemap e faça o teste. Caso não apresente erros, faça o envio.

Obs: o Google limita sitemaps a no máximo 10MB ou 50.000 URLs.
Caso atinja ou ultrapasse o limite, é possível gerar mais de um sitemap e juntá-los em um único sitemap. Por exemplo, http://g1.globo.com/sitemap.xml. É recomendável também cadastrar as outras versões do site (com www e sem, http e https).

2. Cadastre seu site no Bing Webmasters e envie o sitemap

Por quê? Pouco utilizado no Brasil e negligenciado pelos profissionais de marketing, o Bing Webmaster apresenta ricos relatórios de análise SEO para otimizações e melhorias no site, além do cadastro e envio do sitemap facilitar a indexação das páginas no buscador.

Como? O processo semelhante ao Google Search Console, descrito no item anterior

3. Cadastre sua empresa no Google Meu Negócio

Por quê? Exibe a empresa no Google Maps e apresenta mais dados da empresa quando é procurada no Google. Também é importante compartilhar o conteúdo gerado na rede, para indexar mais rápido.

Como? Acesse o Google Meu Negócio, cadastre a empresa e realize a verificação, feita com um código que vem pelos correios. Incluir no nome do negócio termos como “agência de marketing digital” ou “restaurante italiano” ajuda a aparecer em buscas por essas palavras-chave.

Com o Google Meu Negócio, é importante fazer publicações dos conteúdos da empresa, principalmente novos. Existem aplicativos para postar automaticamente, como o NextScripts, que pode ser utilizado com o WordPress

4. Faça um mapeamento dos assuntos em um mindmap

Por quê? Para direcionar o trabalho de pesquisa de palavras-chave que vem depois. Como? Utilizando uma ferramenta de mapa mental, como o Coggle, para mapear os assuntos relacionados ao universo de conteúdo da empresa, jornada e persona.

5. Realize pesquisas de palavras-chave

Por quê? Identifica e documenta as palavras que possuem volume de busca e possibilita a produção de conteúdo para assuntos que possuem demanda na internet.

Como? Caso não tenha acesso a ferramentas pagas, utilize as que são gratuitas — como o Keywords Planner do AdWords, Answer the Public e Keywordtool.io — para obter ideias de palavras e levantar volume de buscas. Outra dica é utilizar a extensão do Chrome SEOquake para levantar a dificuldade de rankeamento e o Google Search Console para identificar a posição atual.

Se você possui SEMrush, pode descobrir volume e dificuldade pela ferramenta. Já com o RD Station, é possível cadastrar as palavras e ver o volume de buscas e posicionamento atual. Depois, utilize nossa planilha gratuita de acompanhamento de SEO para documentar tudo.

6. Acompanhe notícias e tendências para produção de conteúdo

Por quê? Para descobrir conteúdos com potencial de viralizar e aproveitar demanda momentânea sobre determinado assunto. Um exemplo que publicamos no blog da Resultados Digitais foi o post sobre o Google Lens, que teve x acessos em x dias.

Como? Acompanhar sites e blogs nacionais e internacionais, olhar o Google Trends, Tranding Topics do Twitter, página do Bing e cadastrar termos relevantes no Google Alertas.

7. Inclua title, description e URL otimizadas

Por quê? Usar title única, com palavra-chave e com no máximo 65 caracteres (o limite real pode variar) interfere diretamente no rankeamento da página. Já a meta description otimizada, utilizando a palavra- -chave foco e uma chamada para ação, impulsiona a taxa de cliques da página no Google, que também interfere no rankeamento. Também é importante ficar atento ao limite de caracteres, que é de 150, em geral. Ter URLs curtas, amigáveis e com palavras-chave inclusas, por sua vez, também faz diferença. Evitar usar números e preposições na URL.

Como? Se o site é em WordPress, instalar o Yoast SEO para editar facilmente essas informações. Outros CMSs geralmente possibilitam uma edição fácil dessas informações. Se não, é necessário editar essas tags no código.

8. Corrija erros 404 e links quebrados

Por quê? Além de prejudicar a usabilidade do site, links com erro 404 muitas vezes possuem um pouco de Autoridade que acaba perdida. Com os redirecionamentos corretos, essa autoridade e o usuário são enviados para a página mais relevante.

Como? No WordPress, é possível identificá-los automaticamente, via plugin Broken Link Checker.

Outros sites podem usar ferramentas online, como o Dead Link Checker. Caso o link seja interno, substitua-o pelo correto e faça o redirecionamento 301 do link errado. Caso seja externo, substitua-o por um link externo válido.

Também é possível encontrar links com erro 404 no Google Search Console. Dentro do Search Analytics, acesse “Rastreamento” e depois “Erros de rastreamento”, faça download do relatório em planilha e redirecione um a um para a página mais relevante sobre o assunto (muitas vezes acontece uma troca de links sem redirecionamento, então pode direcioná-lo para a página correta, para um artigo muito semelhante ou até para a categoria em que se encaixa).

Lembre-se de não redirecionar todos os links para a página inicial. No WordPress existem vários plugins que ajudam a fazer isso, como o Redirection. Também é possível fazer redirecionamento utilizando PHP, ASP, htaccess, Coldfusion e Ruby on Rails. Leia mais sobre isso no post da Agência Mestre.

9. Faça conteúdo que poderia se encaixar na posição 0 do Google

Por quê? Não é necessário estar em primeiro lugar para ocupar a posição 0. Alcançar essa posição dá um boost no rankeamento do site e no tráfego gerado, pois a página fica em destaque acima de todos os outros sites, mostrando um trecho do conteúdo. Geralmente sites rankeados na primeira página do Google e às vezes até na segunda conseguem isso.

Como? Não existe uma marcação de dados ou garantia de conseguir isso. O ideal é trabalhar com conteúdo que exiba uma resposta direta e objetiva sobre determinada pergunta ou um tutorial passo a passo caso ao qual a pesquisa se aplique. Por exemplo: apresentação SEO para content.

10. Faça conteúdo escaneável e multimídia

Por quê? Influencia positivamente na qualidade do conteúdo, experiência do usuário e no tempo de navegação.

Como? Utilizando parágrafos curtos, subtítulos e subtópicos, listas e termos relevantes em negrito. Inclua também imagens, gifs, vídeos ou áudios durante o conteúdo.

11. Inclua links internos e externos durante o conteúdo

Por quê? Links internos auxiliam no link juice do site,
transferindo autoridade entre as páginas. O Google também vê com bons olhos os links externos, que demonstram que o site faz parte da comunidade online e incentiva link building de qualidade.

Como? Especialistas como Brian Dean, da Backlinko, indicam entre 2 e 5 links internos e 2 e 5 links externos
por publicação.

Os links devem ser incluídos de forma natural durante o texto.

12. Explore a semântica no conteúdo

Por quê? Para apresentar um conteúdo mais completo em relação à palavra-chave definida para o conteúdo e a possibilidade de rankear para outras buscas relacionadas ao assunto.

Como? Identificando outras palavras na pesquisa de palavras chave que podem compor o conteúdo, incluindo as pesquisas relacionadas apresentadas pelo Google, evitando a repetição de termos e incluindo sinônimos ao longo do conteúdo. Na busca para “im sorry dave”, por exemplo, Wikipedia e IMDB rankeiam para o termo pela semântica, já que as páginas não estão otimizadas para a palavra-chave.

13. Ter site mobile ou responsivo

Por quê? Não é mais algo opcional, tanto que não é fácil de implementar, mas precisa ficar na lista de coisas básicas. É um importante fator de rankeamento, sendo que atualmente o Google possui rankings diferentes para dispositivos móveis e desktops e existem rumores de que em breve só terá o ranking mobile, que será replicado no desktop.

Como? Verificar com o programador do site ou empresa que desenvolveu as possibilidades para ter o site responsivo ou mobile. Dependendo do site será necessário refazer o código (o que muitas vezes facilita até
refazer o site).

O WordPress oferece algumas soluções que não requerem alterações no tema, como o Jetpack, que oferece recursos compatíveis com dispositivos móveis, e o WPTouch, que oferece uma versão alternativa do seu site compatível, usando tema diferente.

Antes, porém, teste o site com o Think With Google para ver as sugestões de melhoria. Se, ao invés de ter um site responsivo, você utilizar uma versão mobile, implemente “rel=alternate” nas versões, para não haver conteúdo duplicado https://developers.google.com/webmasters/ mobile-sites/mobile-seo/separate-urls?hl=pt-br.

14. Faça um conteúdo melhor do que o dos concorrentes

Por quê? Se os seus concorrentes já possuem conteúdo publicado, isso quer dizer que já estão sendo ranqueados pelo Google. Assim, seu conteúdo precisa ser melhor se você quer ficar em posições melhores do que as deles. Se so eu conteúdo não for melhor, dificilmente a página vai ranquear bem para a palavra-chave escolhida. RandFishkin, da Moz, aconselha fazer um conteúdo 10 vezes melhor do que o dos concorrentes.

Como? Ao buscar pela palavra-chave no Google, avalie os primeiros resultados, o tamanho do texto, a quantidade
de vezes que a palavra-chave e suas variações são utilizadas, as perguntas respondidas com o conteúdo, os elogios e dúvidas de leitores nos comentários, as mídias utilizadas no material e faça algo ainda melhor.

Pense em como você pode tornar aquele material ainda mais completo, compreensível e atrativo para o usuário.

Uma dica também é apresentar determinado conteúdo de uma perspectiva ou forma diferente. Um exemplo é este material da Search Engine Land. Eles poderiam simplesmente ter citado as dicas de SEO, mas criaram uma tabela periódica a partir delas.

15. Produza infográficos, imagens, gráficos e tabelas próprias

Por quê? Porque isso também é conteúdo, e é importante que você crie seu próprio material. Além de complementar o material em texto com conteúdo original e usar a identidade visual da empresa, é possível gerar links buscando sites que estão utilizando o material no conteúdo.

Como? Você pode produzir internamente com sua equipe, terceirizar a produção ou ainda criá-los utilizando aplicativos gratuitos, como o Canva.com. Depois de criá-los e postá-los, não se esqueça também de dar a eles nomes que facilitem que essas peças sejam encontradas no Google.

Por isso, procure usar a palavra-chave no nome do arquivo, na legenda e no texto alternativo. Veja também se sua imagem não está sendo utilizada em outros sites.

Para isso, use a pesquisa de imagem do Google para buscar pelas peças desenvolvidas e encontrar os sites que estão utilizando. E você não precisa pedir para tirar a imagem: entre em contato e peça apenas para que citem a fonte com o link. Isso também ajudará no SEO.

16. Desenvolva estudos, pesquisas e relatórios

Por quê? Além de ser uma excelente estratégia para gerar conteúdo e Leads, após finalizar e divulgar uma pesquisa, há muitas chances de outros sites aproveitarem esse material e desenvolverem conteúdo com base nele, citando como referência e gerando links para o seu conteúdo.

Como? Após fazer coletar os dados, organize-os de forma compreensível e lógica e desenvolva uma publicação com os resultados e seus insights. Um exemplo é a pesquisa que criamos com a Rock Content, a TechTrends, que aponta as tendências no uso de ferramentas por empresas brasileiras. Aproveite também os dados da sua pesquisa para criar outros tipos de material, como posts, eBooks, webinars etc.

17. Otimize páginas com posição média entre a 6 e 20

Por quê? Alguns estudos mostram que as páginas que ficam em média entre a 6ª e 10ª posição no ranking do Google têm muito potencial para subir posições e gerar mais acesso quando são otimizadas.

A tabela abaixo, de um estudo da Advanced Web Ranking, mostra as taxas de cliques (CTR) para pesquisas vindas de cerca de 2 milhões de palavras-chave para aproximadamente 59 mil sites.

A pesquisa aponta também que as páginas que ficam em média entre a 11ª e 20ª posição têm potencial para chegar à primeira página do Google quando otimizadas.

Como? Uma vez que você tenha criado a conta no Google Search Console e já tenha um histórico de desempenho, é possível incluir um complemento nas planilhas do Google para importar dados automaticamente.

Com o complemento instalado, é só importar os dados da conta do Search Console desejada, incluindo dados de páginas e buscas:

planilha

Depois disso, é só clicar em “Request Data” para fazer download das informações. Com a planilha já preenchida, é possível filtrar a posição média entre a 6ª e a 20ª:

impr

Agora, é só classificar as impressões de Z a A para ficarem em ordem decrescente.

Assim, é possível ver as palavras que estão gerando mais impressões, indicador de que possuem mais buscas:

impr 2

Com as páginas selecionadas, faça otimizações on-page com base na palavra-chave exibida no relatório. Otimize title, description, atualize o conteúdo, inclua mídias, gere links internos etc. Utilize nossa planilha Acompanhamento de SEO para estruturar e fazer isso.

18. Otimize a velocidade do site ao máximo

Por quê? Porque desde 2010 o Google anunciou que o tempo de carregamento de uma página era um dos seus mais de 200 fatores de rankeamento. Isso significa que o tempo que seu site leva para carregar em relação aos de seus concorrentes é um dos pontos influenciadores do posicionamento orgânico dos sites na página de resultados.
De acordo com uma pesquisa desenvolvida pela Backlinko, sites mais lentos são penalizados.

Além de ser um dos fatores de rankeamento orgânico do Google, a velocidade do site também influencia na experiência dos usuários e nos seus resultados. Em resumo, isso quer dizer que a velocidade do site interfere no engajamento dos visitantes, na taxa de conversão e também no seu posicionamento orgânico.

Como? As próprias ferramentas de teste, como a ferramenta de Análise e Diagnóstico de Sites costumam apontar os caminhos para deixar o site mais rápido, inclusive priorizando pelo impacto gerado por cada ação. Por isso, é recomendável que o trabalho de otimização siga as sugestões e a priorização das ferramentas de diagnóstico.

Para sites em WordPress, a maioria das dicas também apresentam a solução utilizando plugins e, em alguns casos, o mesmo plugin pode resolver mais de um problema. Escolha o plugin que mais impacta nas soluções necessárias e evite vários plugins diferentes, pois isso pode prejudicar o desempenho do site.

É muito importante lembrar que, antes de realizar qualquer alteração, você precisa fazer um backup do site para evitar possíveis problemas. Sites em WordPress podem fazer isso por meio de plugins como UpdraftPlus e BackWPup.

Entre as otimizações que podem ser realizadas, podemos listar: aproveitar o cache do navegador, reduzir o
número de redirecionamentos, minificar (tornar mais leve) o CSS, Javascript e HTML etc.

Para aprender como fazer essas e outras otimizações, leia o post Velocidade do site: aprenda a testar e deixar sua página mais rápida.

19. Teste e valide copy de títulos e descriptions usando o AdWords

Por quê? Um bom discurso, alinhado ao uso de palavras- chave tanto no título quanto na meta description, pode aumentar a taxa de cliques (CTR) do resultado, que é um fator de rankeamento do Google.

Como? Se já utiliza o AdWords, você pode desenvolver campanhas e grupos de anúncio pensando nesses testes, criando alguns modelos de anúncio, pensando em replicá-los na busca orgânica posteriormente e rodando por algumas semanas para testá-los, ou até utilizar anúncios de palavras-chave que possuem ótima CTR como base.

Para aprender a desenvolver campanhas de anúncio no AdWords, veja nosso post Como criar um bom anúncio no Google AdWords.

20. Implemente AMP e Instant Articles

Por quê? A conexão de internet móvel não é tão boa quanto a internet fixa e, utilizando o celular, o usuário é ainda mais exigente em relação ao tempo de carregamento dos sites. Para melhorar o tempo de carregamento de sites em dispositivos móveis, o Google (junto com outras empresas) lançou as Accelerated Mobile Pages (AMP), enquanto o Facebook possui os Instant Articles.

Na mesma linha das AMPs, os Instant Articles permitem que os usuários acessem o conteúdo hospedado no próprio Facebook e não no site de origem, o que torna o carregamento das páginas até 10 vezes mais rápido.

No caso de sites que dependem de anunciantes, é possível também configurá-los para que sejam exibidos anúncios durante o artigo.

Como? Várias plataformas de Content Management System (CMS) também já possuem plugins e integrações para facilitar a configuração, incluindo o WordPress (você pode conferir a lista completa e atualizada aqui).

Mas sites que utilizam plataformas que ainda não possuem essa integração ou que não utilizam nenhum tipo também podem aplicar.

Para ver o passo a passo para configuração de AMP, acesse nosso post Google AMP: o que é e como configurar seu site para ser mais rápido em dispositivos móveis.

21. Implemente Rich Snippets

Por quê? De forma resumida, snippets são os fragmentos de uma página exibidos pelo motor de busca.

Já Rich Snippets são as técnicas executadas a fim de deixar sua snippet mais atrativa e chamativa para o usuário que acessa a SERP (página de resultados do Google).

As técnicas mais comuns de Rich Snippets baseiam-se em inserções de informações no código HTML do site (Web Semântica). Estes códigos passam a assumir a função de classificar e organizar o conteúdo do site, para assim, quando o robô do motor de busca (crawler) inspecionar a página, ele entenda as “mensagens” inseridas e decida se há ou não relevância em exibir essas informações na SERP.

É importante ressaltar que, uma vez que inseridas essas informações no código HTML da página, fica a critério do motor de busca exibir ou não a sua sugestão na SERP. Por essa razão, é preciso sempre agir com bastante coerência no momento de trabalhar com esse tipo de Rich Snippet.

Como? Existem muitas maneiras de aplicar a técnica de Rich Snippets para assim aumentar o volume de cliques no seu resultado na SERP.

Entre as formas que acreditamos serem as mais úteis e vantajosas para o seu negócio, estão: sitelinks, local search, breadcrumbs, reviews, uso de CTA em Titles e Meta Descriptions. Para ver como adotar cada um dessas ações, acesse este post.

Mas elas não são as únicas.

Para aprender outras formas e seus respectivos códigos, leia este link e para aprender a instalar os principais deles, veja o passo a passo do Google. Para quem utiliza WordPress, é possível aplicar as ações via plugin. Por fim, para testar se a aplicação está funcionando, utilize esta ferramenta.

22. Gere links com menções à sua marca e a termos estratégicos para sua empresa

Por quê? Links externos ainda são um dos principais fatores de rankeamento do Google. Gerar links por menções à
sua marca é a forma mais simples e fácil de criá-los.

Como? Configure o Google Alertas para receber um email sempre que alguma coisa for publicada na internet usando o nome da sua empresa. Cadastre também as variações do nome, como sem espaço, ou com alguma marca específica, por exemplo. Ao receber um alerta, verifique se a menção possui link para seu site. Se não possuir, entre em contato com o responsável pela publicação solicitando o link.

Caso possua conteúdos completos sobre determinado assunto, também crie alertas para quando o assunto é mencionado na internet, pois isso pode ser uma oportunidade para receber um link.

Veja um exemplo da Resultados Digitais: Monitoramos o termo “marketing digital”, e quando identificamos uma publicação que citou essa palavra-chave e não incluiu nosso link, avaliamos se o site inclui links externos (alguns sites não fazem isso, como o da revista Exame). Caso se aplique, tentamos obter o link na menção.

23. Gere links por meio de links quebrados em outros sites

Por quê? Links quebrados são links de páginas que foram excluídas, ou quando aconteceu uma mudança na postagem e alteraram o link original do artigo. Por isso, usar links quebrados de outros sites para gerar links para as suas páginas é uma forma de ajudar no seu rankeamento no Google. Com essa estratégia, você ainda está ajudando outro site a corrigir um problema e manter uma experiência positiva para o usuário.

Como? Levante alguns sites que podem gerar link para você (não incluir concorrentes).

Entre os exemplos estão sites que já geram links para concorrentes (use o Open Site Explorer para identificá-los); sites parecidos com os que já geram links para você (use Open Site Explorer para identificar quem já está gerando link e busque no Google por “related:linkdosite.com.br” para ver sites semelhantes); procure também por sites que produzem conteúdo dentro da sua área.

Avalie se o site possui links quebrados usando ferramentas como Dead Link Checker ou o plugin do Chrome Check My Links. Verifique se há algum link quebrado que poderia ser substituído pelo seu (desde que você possua conteúdo relacionado ao assunto) e entre em contato com o responsável alertando sobre o erro e indicando a correção com um link próprio.

24. Produza guest posts

Por quê? Guest posts são posts produzidos por uma empresa ou profissional com o objetivo de serem publicados em canais de outra(s) empresa(s), gerando assim links para o site da primeira, Da mesma forma que os itens anteriores, é uma maneira de conseguir links para o seu site e ganhar mais autoridade no assunto

Como? Existem diversas formas de tentar uma estratégia de guest posts. É possível identificar sites que publicam guest posts buscando no google por “autor convidado”, “guest post”, “escritor convidado” etc.

Depois de encontrar algumas alternativas, selecione aqueles que possuem um público-alvo semelhante ao seu e entre em contato para avaliar a possibilidade de publicar guest posts.

O conteúdo produzido não deve ser feito de qualquer jeito. O ideal é desenvolvê-lo com a mesma qualidade que você publicaria em seu site. Além disso, evite encher de links no post. Inclua apenas 1 ou 2 para seu site ou blog.

Uma estratégia interessante, é incluir links para sites que você futuramente vai tentar um guest post, para ga- nhar “pontos positivos”.

Os sites com links quebrados também podem ser contactados para uma tentativa de guest posts. Para outras estratégias para a criação e publicação de guest posts, leia este post.

25. Remova links prejudiciais

Por quê? Receber links de diretórios, sites de baixa qualidade ou que fazem práticas de black hat, por exemplo, pode fazer seu site receber uma punição do Google. E é possível que isso gere desde uma queda se posicionamento até um banimento do buscador, dependendo da penalidade. E essa “denúncia” pode ser feita pelos próprios sites que recebem os links ruins, incluindo links automáticos, até por empresas que desejam derrubar o site dos concorrentes.

Como? Use o Open Site Explorer para identificar sites com alto nível de SPAM que estão gerando links para o seu ou, se possuir conta no SEMrush, verifique o relatório de links da ferramenta.
Para isso, gere um arquivo .txt (do Bloco de Notas) com os links que deseja remover. Por exemplo

impr3

Envie o arquivo para o Google, via Search Console, por aqui. É preciso muito cuidado e só remover sites que se encaixam na descrição acima.

26. Não utilize técnicas de black hat

Por quê? Podemos definir black hat como técnicas agressivas de SEO que não seguem as diretrizes dos buscadores e tentam manipular suas regras, com objetivo de obter grandes resultados em pouco tempo. O problema de usar essas técnicas é que há o risco de o site receber punições por elas.

Entre as principais delas se encontram keyword stuffing, conteúdo oculto, conteúdo duplicado, cloaking, doorway/gateway page, linkfarm, private blog networks, links pagos, blog SPAM, SEO negativo etc.

Como? Bom, você pode começar simplesmente optando por não utilizar essas técnicas. Porém, nem sempre é possível controlar se alguma dessas técnicas não foi implementada sem que você saiba (caso você terceirizado seu site, por exemplo.

Nesse caso, sugerimos a você testar se seu site foi punido pelo Google. Siga estes passos:

• Verifique no Google Search Console se você recebeu uma mensagem ou se existe alguma informação na área “Ações Manuais”;

• Acesse o Google e busque por “site:www.seusite. com.br”. Apareceu algum resultado? Se não apareceu (ou a resposta trouxe apenas a home) você provavelmente foi banido do Google;

• Ao buscar pelo nome da sua empresa no Google, seu site ainda está bem posicionado? Se não está, é provável que tenha recebido uma punição;

• Procure no Google por termos específicos de páginas que você costumava ter bom posicionamento e verifique se elas ainda continuam entre a primeira e a segunda página. Caso contrário, há grandes chances de você ter sido punido.

Se nenhum desses passos apontou uma punição, provavelmente você perdeu relevância com alguma atualização do Google ou por um aumento de concorrência.

Nesse caso, a única coisa a fazer é melhorar sua estratégia de conteúdo e SEO para recuperar seu site. Foi punido pelo Google? A primeira providência é identificar e remover o que causou a punição (principalmente se você usou alguma técnica black hat). Em seguida,você pode fazer um pedido de reconsideração ao Google para tentar reverter a punição.

27. Acompanhe as atualizações e novidades

Por quê? O Google e o SEO estão mudando todo momento. É muito importante estar sempre atualizado
com as novidades e mudanças para não ficar para trás.

Como? Acompanhando os sites e pessoas que publicam notícias sobre essas atualizações, como os citados abaixo:

Sites e blogs em português:

• Blog da Resultados Digitais
• Blog Central para Webmasters do Google
• Marketing de Conteúdo
• Agência Mestre
• Blog do Neil Patel
• Blog da SEMRush
Sites e blogs em inglês
• Blog Central para Webmasters do Google
• Blog da Moz
• Search Engine Land
• The Ahrefs Blog
• Backlinko
• Growth Hackers
• Yoast SEO Blog
• Seer Interactive Blog
Sites e blogs profissionais
• Gary Illyes, da Google
• Matt Cutts, ex-Google
• Wil Reynolds, da Seer Interactive
• Danny Sullivan, da Search Engine Land
e Marketing Land
• Barry Schwartz, da RustyBrick
• Brian Dean, da Backlinko
• Fábio Ricotta, da Agência Mestre
• Pedro Dias, da Apis3

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